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Fundo imobiliário lucra R$ 6,2 milhões e mantém dividendos em agosto

Fundo imobiliário lucra R$ 6,2 milhões e mantém dividendos em agosto
Dividendos do CPTS11: veja quanto será pago em junho. Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário JSAF11 encerrou agosto de 2026 com resultado de R$ 6,225 milhões, alta de 27% em relação a julho, segundo o relatório gerencial. O montante superou ligeiramente os R$ 6,202 milhões destinados aos cotistas, com dividendos de R$ 0,080 por cota mantidos no mês.

A receita totalizou R$ 6,679 milhões, com predominância de rendimentos de FIIs e despesas sob controle em R$ 453,8 mil. Na cotação de fechamento de R$ 7,04, o fundo registrou dividend yield mensal de 1,14% e indicador anualizado de 14,52%. Dividend yield é a relação entre o provento por cota e o preço da cota no período analisado.

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  • Resultado de R$ 6,225 mi (+27% m/m); receitas de R$ 6,679 mi e despesas de R$ 453,8 mil
  • Provento de R$ 0,080 por cota; distribuição estável desde janeiro de 2026
  • Cotação de R$ 7,04; DY mensal de 1,14% (anualizado de 14,52%)
  • Movimentações: aumento de exposição a JSRE11 e início de posição em KNHY11
  • Alocação: 73% em cotas de FIIs; 22% em liquidez (~R$ 149 mi); 4% em CRIs; 1% em outros ativos
  • Maiores posições: FPAB11 (10,52%), RCRB11 (7,14%), PSEC11 (5,84%), RBRY11 (4,58%), HREC11 (4,49%) e HSML11 (4,25%)
  • Estratégia: 55% renda, 24% ganho de capital e 21% híbrida; foco em FIIs de tijolo com desconto
  • Crédito: ~R$ 28 mi em CRIs; destaque para CRI HSLG11 | Bemol (IPCA + 8%, vencimento em dez/2037)

Novas posições do JSAF11 em agosto

A gestão realizou duas movimentações na carteira. O fundo elevou a exposição ao JSRE11, motivado por desconto das cotas em relação ao valor patrimonial, redução de vacância e patamar de proventos do fundo investido. Ao fim de agosto, a posição em JSRE11 representava 1,94% dos ativos.

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Também houve o início de alocação em KNHY11, que passou a responder por 1,59% do portfólio. A compra ocorreu a partir de oportunidade identificada em book a preço considerado atrativo, em operação classificada como tática e com perspectiva de desinvestimento no curto prazo, segundo o relatório.

No mês, o JSAF11 apurou base por cota de R$ 0,080, mesmo nível definido para os proventos. Os valores mantêm o padrão de distribuição observado desde janeiro de 2026. Os dividendos do JSAF11 resultaram em dividend yield de 1,14% frente à cotação de R$ 7,04 ao fim de agosto. O relatório também reportou indicador anualizado de 14,52%.

A composição das receitas somou R$ 6,679 milhões. As aplicações em FIIs responderam por R$ 5,301 milhões do total. Outros ativos financeiros adicionaram R$ 1,160 milhão, enquanto os CRIs contribuíram com R$ 217,5 mil. As despesas do mês ficaram em R$ 453,8 mil, resultando em avanço do resultado frente ao mês anterior.

JSAF11 mantém 22% dos ativos em liquidez

Ao final de agosto, 73% dos ativos estavam alocados em cotas de FIIs. A parcela em instrumentos de liquidez somava 22%, equivalente a aproximadamente R$ 149 milhões. Os CRIs respondiam por 4% e outros ativos por 1%.

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Entre as posições individuais, FPAB11 era a maior alocação, com 10,52% dos ativos. Em seguida, a carteira tinha RCRB11 com 7,14%, PSEC11 com 5,84%, RBRY11 com 4,58%, HREC11 com 4,49% e HSML11 com 4,25%. Na distribuição por segmentos, recebíveis imobiliários representavam 33% da carteira. Lajes corporativas e properties somavam 27%, fundos de fundos 8%, logística 5%, shopping centers 3% e renda urbana 2%. O caixa correspondia aos 22% restantes.

Sob a ótica da estratégia, 55% da carteira estava direcionada à geração de renda recorrente. As posições voltadas a ganho de capital representavam 24%, enquanto 21% tinham perfil híbrido, combinando renda e potencial de valorização.

A gestão informou que a manutenção de 22% em liquidez permite reagir a novas oportunidades de alocação. O relatório indicou preferência por FIIs de tijolo, como lajes corporativas e logística, negociados com desconto frente aos fundamentos dos imóveis.

Na carteira de crédito, aproximadamente R$ 28 milhões estavam investidos em CRIs. Entre as operações destacadas, o CRI HSLG11 | Bemol é indexado ao IPCA, foi adquirido à taxa de 8% ao ano e tem vencimento em dezembro de 2037. As garantias envolvem imóveis e recebíveis de galpões localizados em Manaus e São José dos Pinhais.

Os rendimentos do JSAF11 permaneceram em R$ 0,080 por cota em agosto, enquanto o resultado mensal avançou 27% na comparação com o mês anterior, com receitas concentradas em aplicações em FIIs e despesas sob controle.

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