Cinco fundos imobiliários pagam rendimentos nesta quinta-feira (20), com destaque para IRIM11, RBRR11 e RBRY11. No total, os valores por cota variam entre R$ 0,60 e R$ 1,15, contemplando diferentes perfis de FIIs. A diversificação entre fundos de papel, tijolo e mistos amplia as alternativas para investidores em busca de renda recorrente no mercado imobiliário listado.
Entre os destaques do dia, o RBRR11 distribui R$ 0,80 por cota, enquanto o RBRY11 paga R$ 1,15 por cota. Já o IRIM11 repassa R$ 0,69 por cota aos cotistas, reforçando a atratividade de FIIs com gestão ativa. As datas-com relevantes incluem 10/02/2026 para a maioria e 30/01/2026 para o CXAG11, que paga R$ 0,72 por cota.
Conforme a legislação, os fundos imobiliários devem distribuir 95% do resultado semestral. Na prática, muitos ativos optam por pagamentos mensais, oferecendo previsibilidade de caixa aos investidores. Essa dinâmica facilita o planejamento financeiro e a comparação de métricas como dividend yield (DY) mensal e em 12 meses.
Para os cotistas, não há necessidade de ação operacional: os rendimentos são creditados diretamente na corretora. Essa automação simplifica o processo e melhora a experiência do investidor, sobretudo para quem compõe renda com FIIs. Além disso, os proventos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, uma vantagem tributária relevante frente a outras classes de ativos.
Entre as opções de hoje, o CXAG11, um fundo de tijolo focado em agências bancárias, paga R$ 0,72 por cota e acumula R$ 1,58 no ano. O IBCR11, um fundo de papel, distribui R$ 0,60 por cota, com DY de 1,19% no período de referência. Já o RBRR11 oferece R$ 0,80 por cota e DY de 0,93% em janeiro.
O RBRY11 paga R$ 1,15 por cota, com DY de 1,19% no mês e 14,46% em 12 meses, enquanto o IRIM11 distribui R$ 0,69 por cota e apresenta DY de 1,07% no mês e 15,04% em 12 meses. Esses indicadores ajudam a balizar a consistência dos pagamentos e o potencial de renda da carteira.
Em síntese, os pagamentos de hoje reforçam o apelo dos fundos imobiliários como instrumentos de renda isenta, com múltiplas teses e gestão profissional. Para quem busca fluxo mensal, a combinação de fundos de papel e tijolo pode equilibrar risco, retorno e previsibilidade.