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HGRU11 anuncia novo pagamento aos cotistas; saiba quanto

HGRU11 anuncia novo pagamento aos cotistas; saiba quanto
Imagem gerada por IA

Os dividendos do HGRU11 serão de R$ 0,95 por cota, com pagamento em 15 de outubro de 2026. A distribuição tem como referência os resultados de setembro e considera a posição dos investidores no encerramento do pregão de 30 de setembro.

Com base na cotação de R$ 114,40, o valor informado corresponde a um dividend yield mensal aproximado de 0,83%. O fundo confirmou ainda que os rendimentos podem contar com isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que cumpridos os requisitos legais aplicáveis aos fundos imobiliários.

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  • Data de pagamento: 15/10/2026
  • Valor por cota: R$ 0,95
  • Data-base: 30/09/2026 (posição no fechamento do pregão)
  • Yield mensal: 0,83%, tomando como base R$ 114,40
  • Exemplos: 100 cotas = R$ 95,00; 1.000 cotas = R$ 950,00
  • Isenção de IR para PF, conforme legislação de FIIs
  • Carteira: 104 imóveis em 15 estados; ABL de 613,4 mil m²
  • Vacância física e financeira: 0,8%; WALE: 9 anos

Para ilustrar o impacto do pagamento, um investidor com 100 cotas receberá R$ 95,00 na data estipulada. Para uma posição de 1.000 cotas, o valor será de R$ 950,00.

O fundo reforçou que a elegibilidade ao recebimento seguiu a posição de custódia no fechamento de 30 de setembro. Essa é a data-base de referência para a distribuição divulgada.

Os pagamentos mensais de proventos do fundo mantiveram estabilidade recente. Em setembro, o fundo pagou R$ 0,95 por cota referente aos resultados daquele mês.

A carteira do fundo combina imóveis voltados a varejo e educação, além de posições em outros FIIs. A política de contratos busca previsibilidade por meio de acordos atípicos e indexação ao IPCA.

O IPCA é o indexador predominante da carteira, presente em 99% dos contratos vigentes. Essa indexação contribui para a atualização periódica dos aluguéis conforme a inflação medida pelo índice.

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Os locatários de maior relevância seguem ligados a varejo alimentar, varejo de vestuário e educação. Entre eles, estão Carrefour, Assaí, Pernambucanas, YDUQS e DMA.

A alocação em fundos imobiliários complementa a estratégia do portfólio. O objetivo é diversificar o uso do caixa e otimizar o retorno ajustado ao risco, preservando liquidez.

A 7ª emissão de cotas, anunciada em 21 de agosto, totaliza R$ 1,1 bilhão. O período para exercício de direito de preferência ocorreu entre 31 de agosto e 11 de setembro.

Essa captação integrou as atualizações pós-agosto comunicadas ao mercado. A iniciativa visa sustentar a expansão do portfólio e reforçar a estrutura de capital do fundo.

Os reajustes contratuais acompanharam as métricas da carteira ao longo de agosto. Não houve entradas ou saídas de locatários no período.

Portfólio e métricas após os dividendos do HGRU11

No relatório de agosto, o fundo apresentava 104 imóveis distribuídos em 15 estados. A ABL (área bruta locável) totalizava 613,4 mil metros quadrados.

A vacância física e financeira encerrou o período em 0,8%. O indicador WALE, que mede o prazo médio remanescente dos contratos, estava em nove anos.

Durante o mês, contratos somando 11,7 mil metros quadrados de ABL passaram por reajustes. A composição contratual apontava 79% de contratos atípicos e 21% de típicos.

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Os contratos atípicos trazem maior previsibilidade de receita ao longo do prazo. Já os típicos preservam maior flexibilidade de renegociação.

No desenho de receita, a combinação indicada reforça a estabilidade projetada dos fluxos. Isso se reflete na manutenção de baixas taxas de vacância.

A estratégia de diversificação geográfica se manteve com ativos em 15 estados. Essa pulverização mitiga riscos específicos de mercados locais.

Esse quadro operacional sustenta a geração de caixa necessária aos proventos. As métricas de ocupação e prazo contratual contribuem para a visibilidade de resultados.

Exposição setorial e alocações relacionadas aos dividendos do HGRU11

Ao fim de agosto, o varejo alimentício concentrava 52% da receita contratada potencial. O setor educacional respondia por 26%, enquanto o varejo de vestuário representava 16%.

Entre os principais locatários estavam Carrefour, Assaí, Pernambucanas, YDUQS e DMA. A carteira preservou a predominância de contratos indexados ao IPCA.

Além dos imóveis, 8% do patrimônio líquido estava investido em seis FIIs. As posições incluíam FCFL11 (3,30% do patrimônio), SPVJ11 (2,00%) e GARE11 (1,79%).

Também faziam parte dessa alocação JFLL11, TVRI11 e KNIP11. As participações foram mantidas como complemento à estratégia principal da carteira.

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A 7ª emissão de cotas, de R$ 1,1 bilhão, avançou conforme o cronograma. O período de preferência se estendeu de 31 de agosto a 11 de setembro.

A operação buscou financiar aquisições e reforço de caixa, conforme comunicados. Essas iniciativas, combinadas a contratos majoritariamente atípicos e indexados, sustentam previsibilidade operacional.

Por fim, os rendimentos mensais seguem alinhados à performance operacional do portfólio. Os rendimentos do HGRU11 permanecem sujeitos às regras de isenção para pessoas físicas, quando aplicáveis.

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