O Fiagro VGIA11 encerrou agosto de 2026 com resultado de R$ 13,313 milhões, alta de 27,56% frente aos R$ 10,437 milhões de julho. As receitas somaram R$ 14,543 milhões, enquanto as despesas recorrentes foram de R$ 1,230 milhão. Na distribuição, o fundo pagou R$ 0,12 por cota referentes a agosto, com pagamento em 18 de setembro, abaixo dos R$ 0,13 por cota dos dois meses anteriores.
O desempenho mensal ficou próximo ao observado em junho, quando o resultado totalizou R$ 13,081 milhões. No acumulado de janeiro a agosto de 2026, o fundo registrou R$ 98,718 milhões em resultado, ante R$ 111,222 milhões em receitas. Em 12 meses encerrados em agosto, o resultado acumulado alcançou R$ 149,579 milhões.
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- Resultado de agosto: R$ 13,313 milhões (+27,56% m/m); junho: R$ 13,081 milhões
- Receitas no mês: R$ 14,543 milhões; despesas recorrentes: R$ 1,230 milhão
- Proventos: R$ 0,12/cota referentes a agosto; pagamento em 18 de setembro
- Acumulado em 2026 (até agosto): R$ 1,07/cota; 12 meses: R$ 1,64/cota
- Dividend yield de agosto: 1,20% (referência R$ 10,00 por cota da 1ª emissão)
- Equivalências: sobre cota patrimonial, CDI + 2,0% a.a.; sobre preço médio, CDI + 4,1% a.a.
- Carteira: 84,0% do PL alocado, 46 ativos, cerca de R$ 857 milhões investidos
- Indexação: 100% ao CDI; taxa média CDI + 4,14% a.a.; duration média de 2,2 anos
- Maiores posições: CRA Fiagril VI (9,71%), CRA Fortaleza do Guaporé (6,92%), CRA Languiru (6,05%)
- Setores: produtores (32,8%), cooperativas (31,8%), distribuidoras de insumos (29,8%), indústria (5,6%)
Desempenho de agosto do VGIA11
O fundo reportou avanço relevante no resultado de agosto, apoiado por receitas de R$ 14,543 milhões e controle de despesas recorrentes em R$ 1,230 milhão. Em termos comparativos, o desempenho ficou em linha com junho, quando o resultado apurado foi de R$ 13,081 milhões.
Na distribuição de proventos, o fundo pagou R$ 0,12 por cota na competência de agosto, com data de pagamento em 18 de setembro. O valor ficou abaixo dos R$ 0,13 por cota distribuídos nos dois meses anteriores. No acumulado do ano até agosto, os rendimentos do VGIA11 somaram R$ 1,07 por cota; em 12 meses, chegaram a R$ 1,64 por cota.
Tomando o valor de R$ 10,00 da cota da primeira emissão como referência, a distribuição de R$ 0,12 por cota representou dividend yield líquido de 1,20% no mês. Os proventos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que observadas as condições previstas na legislação dos Fiagros.
A gestão também apresentou equivalências de retorno da distribuição. Sobre a cota patrimonial, a rentabilidade anualizada da distribuição do mês correspondeu a CDI + 2,0% ao ano. Considerando o preço médio de negociação das cotas em agosto, a equivalência indicada foi de CDI + 4,1% ao ano. O CDI é a taxa de referência das operações interbancárias e baliza a remuneração dos títulos indexados a juros.
No acumulado de 2026, entre janeiro e agosto, o fundo reportou R$ 98,718 milhões de resultado, com R$ 111,222 milhões em receitas. Em 12 meses até agosto, o resultado consolidado atingiu R$ 149,579 milhões, refletindo o portfólio atrelado a juros e o nível de alocação observado no período.
Carteira e estratégia do VGIA11
A carteira do fundo encerrou agosto com 84,0% do patrimônio líquido alocado, reunindo 46 ativos e aproximadamente R$ 857 milhões investidos. O saldo remanescente permaneceu em caixa para gestão de liquidez e eventuais movimentações táticas.
Os investimentos estavam integralmente indexados ao CDI, com taxa média de aquisição de CDI + 4,14% ao ano e duration média de 2,2 anos. Duration é a medida do prazo médio ponderado de recebimento dos fluxos de caixa dos títulos e indica a sensibilidade do portfólio a variações na taxa de juros.
As maiores posições individuais incluíam o CRA Fiagril VI, com 9,71% do patrimônio, o CRA Fortaleza do Guaporé, com 6,92%, e o CRA Languiru, com 6,05%. A diversificação setorial contemplava 32,8% da carteira em produtores, 31,8% em cooperativas, 29,8% em distribuidoras de insumos agrícolas e 5,6% na indústria. Os devedores atuavam em 25 estados e unidades federativas, contribuindo para a pulverização de riscos.
A estratégia da gestão permaneceu focada em ativos atrelados ao CDI, sem previsão de novas alocações indexadas à inflação naquele momento. O fundo buscou manter uma parcela em CRAs com liquidez, a fim de possibilitar ajustes táticos e a captura de oportunidades de mercado.
Para os meses seguintes, as prioridades indicadas incluíam a aquisição de novos ativos e a continuidade do processo de diversificação. A gestão também destacou o acompanhamento próximo dos créditos já investidos, com atenção específica aos CRAs Languiru, após a inadimplência da cooperativa.
No caso Languiru, o fundo informou que segue atuando para recuperar a parcela inadimplida por meio das garantias constituídas e avalia negociações com o objetivo de recuperar o crédito. Essa abordagem combina execução de garantias e tratativas com os devedores, buscando mitigar perdas e preservar o patrimônio dos cotistas, dentro das condições contratuais dos CRAs.