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SNFF11 sobe 1,81%, CACR11 cai 4,43%; IFIX fecha em alta de 0,18%

SNFF11 sobe 1,81%, CACR11 cai 4,43%; IFIX fecha em alta de 0,18%
Imagem gerada por IA

O índice de fundos imobiliários da B3, o IFIX, fechou a sessão desta quinta-feira (2) em alta de 0,18%, aos 3.833,57 pontos. O indicador avançou 6,9 pontos frente ao encerramento anterior, quando havia marcado 3.826,67 pontos.

Ao longo do dia, o IFIX oscilou entre a mínima de 3.826,69 pontos, registrada na abertura, e a máxima de 3.834,66 pontos, encerrando próximo ao maior nível da sessão. O desempenho manteve o viés positivo observado no início de julho.

No acumulado da semana, o índice avança 0,36%, após duas sessões seguidas de ganhos de 0,18% cada. O IFIX mede a variação média dos principais fundos de investimento imobiliário negociados na B3, refletindo preços de mercado e liquidez dos ativos que compõem a carteira teórica.

  • Fechamento: 3.833,57 pontos (+0,18%)
  • Variação intradiária: mínima de 3.826,69 e máxima de 3.834,66 pontos
  • Semana: +0,36% após dois pregões com +0,18% cada
  • Maiores altas: SNFF11 e ARRI11
  • Maiores quedas: CACR11 e BBIG11
  • Maior volume: MXRF11 (R$ 1,58 milhão)

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Maiores altas e baixas do IFIX

Entre as maiores valorizações do dia, o fundo de fundos Suno, o SNFF11 (Suno Fundo de Fundos), liderou os ganhos com alta de 1,81%, fechando a R$ 72,70. Esse tipo de veículo investe em cotas de outros fundos imobiliários, buscando diversificação de exposição.

Na sequência apareceu o ARRI11 (Atrio REIT Recebíveis Imobiliários), com avanço de 1,75% e cotação de encerramento em R$ 4,65. Fundos de recebíveis imobiliários alocam majoritariamente em certificados de recebíveis imobiliários (CRI), títulos de renda fixa lastreados em créditos do setor.

Do lado negativo, o CACR11 (AF Invest Recebíveis Imobiliários) registrou a maior queda da sessão, com recuo de 4,43%, ao preço de R$ 22,00. Em seguida, o BBIG11 (BB Premium Malls FII) cedeu 2,32%, encerrando a R$ 5,93. As variações refletem negociações do dia e não constituem tendência por si só.

Os movimentos de preço dos destaques ocorreram em um pregão de leve recuperação do índice, que manteve a trajetória positiva desde o início do mês. O fechamento próximo da máxima indica demanda sustentada por cotas ao longo da sessão.

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Liquidez do IFIX: MXRF11 movimenta R$ 1,58 milhão

Em termos de liquidez, o MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) liderou os volumes, com R$ 1,58 milhão negociados e variação de -0,1% no dia. O fundo é um dos mais líquidos da classe, característica relevante para execução de ordens no mercado secundário.

Na segunda posição por volume, o GGRC11 (GGR Covepi Renda) somou R$ 1,54 milhão, com queda de 0,92% no encerramento. Em seguida, o GARE11 (Guardian Logística) registrou R$ 752,25 mil em negócios e alta de 0,37%.

Outros fundos com movimentação relevante foram o CPTS11 (Capitania Securities II), com R$ 677,59 mil em volume e recuo de 0,27%, e o VGIR11 (Valora RE III), com R$ 598,04 mil e alta de 0,1%. Esses valores refletem o montante financeiro transacionado no pregão, indicador de liquidez diária.

A composição das maiores altas, baixas e volumes do dia mostra a presença de diferentes segmentos na ponta do mercado, como fundos de fundos, recebíveis e logísticos. A diversidade de estratégias é uma característica do universo de FIIs na B3.

Com o resultado desta quinta-feira (2), o IFIX consolida ganhos na semana e em julho, apoiado por movimentos positivos consecutivos. O índice permaneceu estável ao longo do pregão, oscilando em faixa estreita e encerrando próximo ao pico intradiário, sem alterações na estrutura de preços informada no fechamento anterior.

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