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RBRP11 avança 27,4% em dezembro e reforça guidance para 2026

RBRP11 avança 27,4% em dezembro e reforça guidance para 2026
Lucro do RBRP11 aumenta 27,4% e FII projeta dividendos maiores em 2026

O RBRP11 encerrou dezembro de 2024 com resultado de R$ 6,08 milhões, avanço de 27,4% frente a novembro (R$ 4,772 milhões). A distribuição foi de R$ 0,40 por cota em 15 de janeiro de 2025, alinhada ao guidance da gestão. As receitas somaram R$ 6,908 milhões e as despesas, R$ 828 mil, resultando em R$ 4,871 milhões destinados a dividendos do RBRP11. A administração reforça que o guidance de rendimentos do RBRP11 é uma estimativa baseada em informações disponíveis, sem configurar promessa de rentabilidade.

A gestora projeta incremento de 5% na distribuição no primeiro semestre de 2026, comparado aos níveis atuais. Esse movimento decorre das negociações firmadas ao longo dos últimos trimestres, que devem maturar nos próximos ciclos. A alocação disciplinada de capital e a execução comercial são apontadas como pilares para sustentar o potencial de melhora no fluxo de caixa.

Principais desenvolvimentos de carteira em dezembro indicam mudança relevante no escopo do fundo. A venda do conjunto de imóveis logísticos para o XPLG11 foi concluída, e o relatório gerencial passou a refletir exclusivamente o portfólio de escritórios. Com isso, métricas como ABL e vacância foram recalibradas para o novo perímetro, permitindo comparabilidade mais precisa dos ativos remanescentes.

No Edifício Delta Plaza, uma das três lajes da locatária CVM teve extensão parcial por seis meses, enquanto a área remanescente foi desocupada conforme cronograma previamente divulgado em fato relevante. A gestão do fundo imobiliário RBRP11 segregou fatores de performance entre aqueles de cronograma contratual (como fim de descontos e carências, concentrados no River One) e os dependentes de dinâmica de mercado, como velocidade de locação.

Desempenho operacional e locação

No River One, a ocupação atingiu 94% após a locação do último escritório vago em novembro; restam apenas lojas disponíveis, em negociação com potenciais ocupantes. Em São Paulo, a equipe comercial foca a ocupação do Edifício Jacks Rabinovich, recém-entregue, no qual o fundo detém 60%. Já o Edifício Venezuela, desocupado após a saída da Estácio, vem recebendo visitas e avaliações de interessados nas últimas semanas.

A administração enfatiza que a redução de vacância depende do êxito das tratativas comerciais em andamento. A estratégia combina captura de reajustes contratuais, término de carências e aceleração de locações para consolidar a tendência de crescimento. Com guidances prudentes e execução ativa, o RBRP11 busca preservar previsibilidade e ampliar a geração de caixa aos cotistas.

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