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IFIX sobe 0,07% e quebra sequência de cinco quedas

IFIX sobe 0,07% e quebra sequência de cinco quedas
IFIX quebra sequência negativa e fecha pregão em alta de 0,07% - Foto: PIXABAY

O IFIX subiu 0,07% nesta quarta-feira (11), aos 3.836,62 pontos, encerrando uma sequência de cinco quedas consecutivas do índice de fundos imobiliários. O avanço de 2,81 pontos trouxe fôlego ao mercado após dias seguidos de realização e cautela entre os investidores.

A sessão começou praticamente estável, com abertura em 3.833,82 pontos, em linha com o fechamento anterior. A amplitude intraday foi contida: mínima de 3.833,78 e máxima de 3.839,08 pontos, evidenciando um pregão de baixa volatilidade e negociações comedidas.

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Entre os destaques positivos, o URPR11 (Urca Prime Renda) liderou as altas, com ganho de 3,28% e fechamento a R$ 38,44. Logo atrás, o BROF11 (BRPR Corporate Offices) avançou 2,52%, a R$ 60,98, amparado por fluxo pontual e percepção de desconto relativo no segmento corporativo.

No campo negativo, o CACR11 (AF Invest Recebíveis Imobiliários) figurou na maior baixa do dia, caindo 2,80% e encerrando a R$ 77,50. O PVBI11 (VBI Prime Properties) também recuou, com desvalorização de 2,31% e preço de fechamento em R$ 78,71, refletindo seletividade dos investidores em ativos de lajes.

A performance mista dos fundos reforça o ambiente de prudência que tem marcado o mercado de FIIS nas últimas sessões. A interrupção do ciclo de perdas do IFIX sugere uma possível estabilização de curto prazo, embora ainda sem sinais robustos de retomada consistente.

Em um dia de faixas estreitas de negociação, a variação contida indicou hesitação na tomada de risco e foco em fundamentos específicos. Esse comportamento pode manter o índice sensível a notícias setoriais e ao ritmo de ajustes nas carteiras.

Para o investidor, a elevação modesta do IFIX reforça um quadro de transição, com oportunidades pontuais em fundos descontados e atenção redobrada ao risco. A continuidade desse movimento dependerá do apetite por renda passiva, do cenário de juros e da leitura sobre qualidade de portfólio e vacância.

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