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SNME11 supera IPCA+Yield e anuncia R$ 0,10 por cota

SNME11 supera IPCA+Yield e anuncia R$ 0,10 por cota
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário SNME11 reportou resultado de R$ 870,6 mil em janeiro de 2026 e confirmou distribuição de R$ 0,10 por cota referente ao mês. Considerando o preço de fechamento de 13 de fevereiro, o rendimento representou 1,06%, reforçando a disciplina de repasses ao cotista. No mercado secundário, a cota avançou 0,62% no período, somando-se à distribuição total de R$ 0,15 para compor retorno total de 2,17%.

No encerramento de janeiro, o fundo foi negociado a R$ 9,72, acima do valor patrimonial por cota de R$ 9,58, sinalizando leve prêmio de mercado. O volume médio diário ficou em R$ 331 mil, com liquidez compatível com a estratégia de gestão ativa. Em paralelo, o IFIX subiu 2,27%, mesmo com a abertura da curva real de juros.

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Contexto macro e setorial sustentaram um ambiente desafiador. A NTN-B 2035 subiu 9 pontos-base, de 7,39% para 7,48%, pressionando duration e precificação de ativos sensíveis à taxa real. Ainda assim, o desempenho do SNME11 demonstrou resiliência frente à volatilidade. A diversificação mitigou oscilações e preservou o carrego.

No comparativo patrimonial, o fundo entregou retorno total de 1,15% em janeiro, superando o IPCA + Yield IMA-B, que avançou 0,97% no mês. Desde setembro de 2023, o alfa acumulado é de 5,89% contra o IPCA + Yield do IMA-B e de 16,09% frente ao IFIX. A gestão mantém enfoque em eficiência de carteira e risco-retorno.

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A reserva acumulada distribuível encerrou o mês em R$ 0,0513 por cota. A administração reiterou que pretende distribuir integralmente essa reserva até o último mês anterior à conclusão da fusão/incorporação do SNFF11 pelo SNME11. Essa diretriz busca previsibilidade de fluxo ao investidor.

No resultado por classe, o book de FIIs somou R$ 663 mil, com ganho de capital de R$ 209 mil em operação estruturada e R$ 473 mil em rendimentos. Na renda fixa, os CRIs contribuíram com R$ 477 mil exclusivamente via juros e correção, enquanto o caixa adicionou R$ 69 mil ao mês.

A estratégia ativa incluiu alienação de cerca de R$ 1,4 milhão em FIIs para reforçar liquidez e otimizar alocação. Houve venda de 17% de PATL11 com lucro aproximado de 12% sobre o preço médio, movimento oportunístico diante da expectativa de conversão em HGLG11. Nas compras, o fundo elevou posição em IRIM11 em cerca de R$ 1,3 milhão, aproveitando desconto no secundário. Segundo a gestão, o ativo oferece carrego atrativo e potencial de ganho, alinhado à postura defensiva e descorrelacionada do portfólio do fundo imobiliário.

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