FIIs

PORD11 gira carteira e rende 1,16% no mês; confira os resultados do fundo

PORD11 gira carteira e rende 1,16% no mês; confira os resultados do fundo
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário PORD11 (PORD11) reportou resultado de R$ 3,266 milhões em junho de 2026, com leve retração frente aos meses anteriores. A linha de resultado de ativos somou R$ 2,84 milhões, e as despesas totalizaram R$ 600 mil. A distribuição foi mantida em R$ 0,098 por cota na competência de junho, com estabilidade em relação ao mês anterior.

Nos últimos 12 meses, os rendimentos do PORD11 alcançaram R$ 1,18 por cota. Esse montante equivale a um retorno de 14,00% ao ano sobre a cota base de R$ 8,45, métrica que a gestão também apresenta como IPCA + 9,20% para uma duration de três anos, ou IPCA + 11,57% com gross-up de IR. Na cota de mercado, o yield mensal foi de 1,16% e, em 12 meses, de 14,00%. Os proventos seguem isentos de Imposto de Renda para pessoa física, conforme regras da legislação vigente.

  • Resultado de junho: R$ 3,266 milhões; resultado de ativos: R$ 2,84 milhões; despesas: R$ 600 mil
  • Distribuição: R$ 0,098 por cota (junho), estável vs. maio
  • Retorno em 12 meses: 14,00% a.a. sobre cota base de R$ 8,45 (IPCA + 9,20%)
  • Yield de mercado: 1,16% no mês; 14,00% em 12 meses
  • Caixa: 23% do PL; alocação em operações reforçadas (~4% do PL)
  • Novas operações proprietárias: previsão para agosto (~8% do PL)
  • PL: R$ 355,2 milhões; valor de mercado: R$ 315,0 milhões; P/VP: 0,89x
  • Cota: R$ 8,45 (mercado) e R$ 9,53 (patrimonial); duration: 3,39 anos
  • Base de cotistas: 45.671 (+752 no mês); sem vacância física ou financeira

Desempenho e distribuição: rendimentos do PORD11

A gestão manteve a distribuição em R$ 0,098 por cota na competência de junho. No acumulado de 12 meses, os rendimentos de R$ 1,18 por cota resultam em 14,00% ao ano sobre a cota base de R$ 8,45.

Em termos reais, o retorno equivale a IPCA + 9,20% considerando duração média de três anos. Com gross-up de IR, indicador que simula tributação para comparação com ativos tributados, o retorno alcança IPCA + 11,57%.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/Banner-Materias-01-Dkp_-1420x240-1.png

Pelo preço de mercado, o yield mensal foi de 1,16% em junho. Em 12 meses, o retorno ao cotista totalizou 14,00% pela métrica de distribuição. Os proventos mantêm isenção de IR para pessoas físicas nas condições previstas em lei.

No resultado, o fundo apurou R$ 3,266 milhões em junho. A linha de ativos somou R$ 2,84 milhões, com despesas de R$ 600 mil no período. A dinâmica operacional do mês preservou o patamar de distribuição, enquanto a gestão seguiu com rebalanceamentos na carteira de crédito e de caixa.

Carteira, indexadores e risco: rendimentos do PORD11

A posição de caixa recuou de 27% para 23% do patrimônio líquido (PL) no mês. Os recursos foram alocados no reforço de posições em emissores já acompanhados, em operações que totalizaram cerca de 4% do PL.

A gestão informou estar em estágio avançado para estruturar duas operações proprietárias com previsão de alocação em agosto. Em conjunto, devem representar aproximadamente 8% do PL, ampliando a exposição a crédito conforme pipeline estabelecido.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/DT-PS-HOME-DE-ARTIGOS-1420x240-ID_01_x1.jpg

Por tipo de operação, a composição do PL é a seguinte: caixa (23%), CRI corporativo série única (32%), CRI corporativo sênior (11%), CRI pulverizado sênior (10%), FIIs (10%), CRI pulverizado mezanino (6%), CRI pulverizado série única (6%) e CRI corporativo série subordinada (2%).

Por indexador, os CRIs atrelados ao IPCA, com spread de IPCA + 11,01%, respondem por 34,5% da carteira. Em seguida, papéis indexados ao CDI, a CDI + 4,30%, representam 28,3%. A parcela de FIIs soma 9,4%. CRIs indexados ao IGP-M (IGP-M + 10,94%) têm 2,0%, títulos prefixados (16,43% a.a.) 0,8% e debêntures atreladas ao CDI (CDI + 3,37%) 0,5%.

Por segmentos, a carteira de CRIs é diversificada: renda urbana (18,1%), residencial (16,2%), MCMV (14,1%), residencial e comercial (12,6%), hospitalar (11,7%) e laje corporativa (11,3%). Os demais setores incluem loteamento (5,6%), transporte (5,0%), varejo alimentício (2,8%), varejo (1,3%) e energia (1,3%).

No recorte por tipo de risco, os CRIs corporativos somam 66% da exposição e a carteira pulverizada, 34%. Esses percentuais refletem a estratégia de mesclar operações corporativas com estruturas pulverizadas para diversificação.

Nos indicadores gerais, o valor de mercado do fundo é de R$ 315,0 milhões e o patrimônio líquido, de R$ 355,2 milhões. A cota de mercado encerrou a R$ 8,45 e a patrimonial a R$ 9,53, com P/VP de 0,89x.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/1180x182-Home-Segunda-Dobra-Desktop.png

A duration média da carteira é de 3,39 anos, métrica que indica prazo médio ponderado dos fluxos de caixa dos títulos de crédito. A base de investidores avançou para 45.671 cotistas, alta de 752 no mês. O fundo não registra vacância física nem financeira.

Quer construir uma carteira de Fiis alinhada com os seus objetivos? Clique aqui e fale agora mesmo com um especialista.

Leia também