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IFIX fecha em alta e testa topo de 52 semanas

IFIX fecha em alta e testa topo de 52 semanas
Imagem gerada por IA

O IFIX encerrou a sessão de quinta-feira (26) em alta, aos 3.885,14 pontos, com ganho de 8,18 pontos (+0,21%) sobre o pregão anterior. O índice de fundos imobiliários manteve trajetória positiva ao longo de todo o dia e fechou muito perto da máxima intradiária, reforçando o viés comprador observado nas últimas semanas.

Na faixa de preços, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.876,96 pontos e a máxima de 3.885,68 pontos. Na máxima da sessão, o IFIX igualou o pico de 52 semanas, alcançando novamente 3.885,68 pontos, nível que tem servido de referência para o apetite ao risco no segmento.

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Esse resultado mantém o índice negociado próximo ao maior patamar do intervalo de 52 semanas. A mínima do período segue em 3.106,26 pontos, o que realça a recuperação acumulada e sustenta a percepção de melhora gradual no mercado de fundos imobiliários.

Entre as principais movimentações, o HSAF11 (HSI Ativos Financeiros) liderou as altas com avanço de 2,81%, fechando a R$ 83,47. Em seguida, o SPXS11 (SPX SYN Multiestratégia) subiu 2,20% e encerrou a R$ 8,84, destacando o interesse por estratégias diversificadas no setor.

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Por outro lado, o BTAL11 (BTG Pactual Agro Logística) registrou a maior queda do pregão, recuando 0,96% para R$ 90,08, enquanto o CCME11 (Canuma Capital Multiestratégia) caiu 0,76% e fechou a R$ 9,18. Esses desempenhos sinalizam a dispersão típica entre segmentos e teses distintas.

Em linhas gerais, a performance do IFIX confirma a continuidade do movimento de alta recente. A variação diária de 0,21% mantém o índice em território favorável, em um contexto no qual a proximidade da máxima de 52 semanas reforça a confiança seletiva dos investidores.

A manutenção do IFIX em níveis próximos às máximas dependerá da evolução dos fundamentos que têm sustentado o mercado — como distribuição de rendimentos, vacância e perspectivas macroeconômicas. No curto prazo, o teste do topo histórico recente pode seguir como referência para o apetite ao risco no segmento.

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