O IFIX recuou 0,17% nesta terça-feira (9), fechando aos 3.811,81 pontos, em dia de pressão vendedora e oscilação contida. A perda de 6,42 pontos manteve o indicador acima dos 3.800, mas próximo da mínima intradiária, sinalizando cautela no mercado.
Na sessão, o índice de fundos imobiliários variou entre 3.811,67 pontos na mínima e 3.824,23 pontos na máxima. A abertura ocorreu em 3.818,23 pontos, mesmo nível do fechamento de sexta-feira, reforçando a leitura de estabilidade relativa no curto prazo.
Entre os destaques de volume, GARE11 (Guardian Logística) liderou com R$ 1,89 milhão e leve queda de 0,24%. Em seguida, GGRC11 (GGR Covepi Renda) avançou 0,30% com R$ 1,64 milhão. Já MXRF11 (Maxi Renda) recuou 0,31% com R$ 1,57 milhão, enquanto CPTS11 (Capitania Securities II) ficou estável, somando R$ 1,45 milhão. SNEL11 (Suno Energias Limpas) caiu 0,12%, movimentando R$ 1,11 milhão.
IFIX: maiores altas e quedas da sessão
No campo positivo, o TGAR11 (TG Ativo Real) liderou as altas, com avanço de 3,86% e fechamento a R$ 53,76. Logo atrás, o URPR11 (Urca Prime Renda) subiu 2,37%, encerrando a R$ 23,29. Esses movimentos indicam apetite seletivo por risco em segmentos específicos do mercado.
Do lado negativo, o OUJP11 (Ourinvest JPP) registrou a pior performance do dia, caindo 4,22% e fechando a R$ 73,75. O CACR11 (AF Invest Recebíveis Imobiliários) também figurou entre as maiores quedas, com retração de 3,61% e cotação de R$ 22,70 ao final do pregão.
O comportamento do índice de fundos imobiliários refletiu um quadro misto, com ganhos pontuais e perdas concentradas, típico de sessões marcadas por rotação setorial e ajustes técnicos. A liquidez seguiu distribuída entre ativos de logística, recebíveis e renda urbana.
Ao manter-se próximo dos 3.800 pontos, o IFIX sinaliza equilíbrio frágil entre compradores e vendedores. A proximidade com a mínima da sessão reforça a leitura de curto prazo mais defensiva, enquanto a dispersão de resultados entre os fundos evidencia a seletividade do investidor.