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KNRI11 eleva resultado, mantém R$ 1,10 por cota e reduz vacância

KNRI11 eleva resultado, mantém R$ 1,10 por cota e reduz vacância
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário KNRI11 apresentou resultado líquido de R$ 25,322 milhões em maio, superando abril, com receitas de R$ 30,648 milhões e despesas de R$ 5,325 milhões. A gestão manteve a distribuição em R$ 1,10 por cota, com pagamento dos rendimentos do KNRI11 previsto para 15 de junho de 2026. O desempenho foi favorecido por evolução operacional e ganhos de eficiência no portfólio.

A administração do KNRI11 confirmou, em 29 de maio, a manutenção do patamar de proventos, reforçando a consistência do fluxo de caixa. O fundo registrou movimentações relevantes na Torre Crystal, no Complexo Rochaverá, incluindo expansão de 140 m² pela CBRE e realocação de três conjuntos antes ocupados pela Senner Setepla no mesmo empreendimento.

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Como resultado, a Torre Crystal encerrou o mês com ocupação próxima de 98%, evidenciando a atratividade do ativo em um mercado ainda seletivo. A melhora operacional contribuiu para sustentação dos rendimentos e para redução gradual dos espaços vagos, com potencial impacto positivo nas métricas de vacância ao longo dos próximos meses.

Os indicadores de vacância do FII KNRI11 mostraram leve, porém consistente, avanço. A vacância física recuou de 4,20% para 4,09%, enquanto a vacância financeira passou de 5,41% para 5,39%. Considerando as carências contratuais, a vacância financeira ajustada também cedeu, de 5,61% para 5,59%, refletindo absorção de áreas e renegociações.

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A gestão destacou que o trabalho de comercialização e absorção de espaços remanescentes segue em curso. O portfólio do fundo imobiliário KNRI11 soma 19 propriedades, sendo 12 edifícios corporativos e sete centros logísticos, com mais de 150 locatários — uma base diversificada que reduz concentração de risco e confere resiliência à receita.

No perfil contratual, o prazo médio é de 9,48 anos (7,85 anos em escritórios e 11,85 anos em logística). Considerando o prazo médio remanescente, o indicador está em 3,12 anos, sendo 2,79 anos nos escritórios e 3,59 anos nos ativos logísticos, o que sustenta previsibilidade dos fluxos.

A receita segue concentrada em escritórios (59,31%), com logística respondendo por 40,69%. Há equilíbrio entre contratos típicos (53,05%) e atípicos (46,95%), e a indexação privilegia o IPCA (70,31%), com o IGP-M em 29,69% — estrutura que protege o KNRI11 da inflação e dá visibilidade à distribuição.

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