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XPSF11 eleva resultado e mantém R$ 0,07 por cota em abril

XPSF11 eleva resultado e mantém R$ 0,07 por cota em abril
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário XPSF11 reportou resultado de R$ 3,035 milhões em abril, ligeiramente acima do mês anterior, sustentado por receitas de R$ 3,330 milhões e despesas de R$ 294 mil. Com esse desempenho, o fundo manteve a distribuição de R$ 0,07 por cota, anunciada no encerramento de abril e paga em 15 de maio de 2026, para investidores posicionados até 30 de abril. A cota encerrou o mês a R$ 6,78.

No preço de fechamento, o dividend yield anualizado alcançou 15,59%. Considerando a cota patrimonial de R$ 8,12 antes da distribuição, o retorno anualizado foi de 12,87%. Em ambos os casos, há gross-up de 15% referente ao Imposto de Renda. Desde 17 de fevereiro de 2020, quando passou a ser negociado em Bolsa, o fundo movimentou R$ 1,33 bilhão, com liquidez média diária próxima de R$ 800 mil.

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A carteira de recebíveis imobiliários representa 12% do patrimônio líquido, com 8,98% listados, equivalentes a cerca de R$ 31,2 milhões. Toda a parcela em CRIs está atrelada ao CDI, com taxa média de emissão de CDI + 1,82% e pagamentos mensais. O principal ativo é o JCC Iguatemi, com 3,9% do PL (R$ 13,5 milhões) e vencimento em setembro de 2034.

Entre as demais posições, o CRI Lucio soma 2,0% do PL (R$ 6,9 milhões), com vencimento em setembro de 2032, enquanto o CRI Helbor responde por 1,0% (R$ 3,4 milhões) e vence em julho de 2035. As operações HBR totalizam aproximadamente 1,7% do patrimônio, e o CRI Embraed detém a menor participação, de 0,4% do PL.

A estrutura de prazos é alongada, com vencimentos entre 2027 e 2037. O evento mais próximo ocorre em agosto de 2027, no HBR Opea. A maior concentração está em 2032, 2034 e 2037, o que favorece a previsibilidade do fluxo de caixa no longo prazo.

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Essa distribuição por prazos reduz a necessidade de rolagem frequente e ajuda a suavizar impactos de mercado, mantendo a capacidade de pagamento de proventos. Para o investidor, a combinação de distribuição estável e carteira de CRIs indexada ao CDI reforça a atratividade do XPSF11 em cenários de juros elevados.

O foco do fundo segue em preservar renda recorrente e diluir riscos por emissores e prazos, enquanto persegue oportunidades em crédito imobiliário e gestão ativa. Com taxa média CDI + 1,82% e prazos longos, o portfólio tende a capturar retorno real competitivo, mantendo a governança de risco e a disciplina operacional.

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