O XPML11 segue entre os fundos imobiliários mais acompanhados da B3, impulsionado por um histórico de pagamentos consistentes e por um portfólio robusto de ativos. Nos últimos 12 meses, o fundo registrou dividend yield de 10,33%, chamando a atenção de quem busca renda passiva com distribuição mensal de rendimentos. A política de alocação e a escala do veículo ajudam a sustentar o fluxo de caixa e a atratividade do ativo.
Com foco em shopping centers, o fundo imobiliário administra um patrimônio líquido próximo de R$ 7,09 bilhões e conta com 733.101 cotistas. Essa base ampla reforça a liquidez das cotas e a relevância do XPML11 no universo de FIIs listados, além de permitir maior resiliência diante de ciclos econômicos distintos.
Para quem avalia retorno, uma simulação simples ilustra o potencial do ativo: uma aplicação de R$ 1.000 teria gerado R$ 99,36 em 12 meses, alinhada ao dividend yield de 10,33%. Além disso, os proventos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, respeitadas as regras legais, o que amplia o resultado líquido na carteira.
Em abril de 2026, o XPML11 distribuiu R$ 0,92 por cota, com pagamento em 24 de abril aos investidores com posição até 16 de abril. As cotas encerraram o mês cotadas a R$ 111,26, com volume negociado de cerca de R$ 281 milhões na B3 e liquidez média diária ao redor de R$ 14 milhões, sinalizando interesse consistente do mercado.
O XPML11 detém participações em 27 shopping centers espalhados pelo país, incluindo ativos como Shopping Cidade Jardim, Shopping Pátio Higienópolis, Catarina Fashion Outlet, Shopping da Bahia, Grand Plaza Shopping e Shopping Cidade São Paulo. Em março, o fundo ampliou a diversificação ao adquirir fatias de cinco empreendimentos: Shopping Pátio Higienópolis, Shopping Iguatemi Alphaville, Shopping Iguatemi Ribeirão Preto, Shopping Iguatemi Rio Preto e Praia de Belas Shopping, em Porto Alegre.
Nos últimos 12 meses, o XPML11 entregou retorno total de 15,51%, superando o IFIX, que avançou 14,93% no mesmo período. Esse desempenho reflete a eficiência da gestão e a qualidade dos ativos. Vale lembrar, contudo, que resultados passados não garantem retornos futuros e que a distribuição de rendimentos depende do desempenho operacional do portfólio.