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SNME11 paga R$ 0,10 por cota e reforça escala com incorporação

SNME11 paga R$ 0,10 por cota e reforça escala com incorporação
SNME11 divulga dividendos. Foto: Pixabay

O SNME11 anunciou a distribuição de R$ 0,10 por cota em dividendos, com data-base em 13 de fevereiro de 2026 e pagamento previsto para 24 de fevereiro de 2026. Com base no preço de fechamento de R$ 9,72 em 30 de janeiro, o rendimento indica dividend yield mensal aproximado de 1,03%. Para pessoas físicas que atendem às regras vigentes, os proventos de FIIs seguem isentos de Imposto de Renda.

A movimentação ocorre em meio à incorporação do SNFF11, aprovada em assembleia, consolidando os veículos sob gestão da Suno Asset. A operação busca ampliar escala e liquidez, fortalecendo a presença do fundo no mercado. Após a combinação, o patrimônio líquido estimado supera R$ 400 milhões, somando cerca de R$ 70 milhões do SNME11 e mais de R$ 350 milhões do SNFF11.

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Segundo a gestora, o objetivo é potencializar a atuação do fundo sem alterar sua essência. O analista Gerardo Azevedo, da Suno Asset, destacou que um veículo maior oferece acesso a operações que antes não cabiam no tamanho atual. O reforço de capital permite explorar oportunidades com melhor relação risco-retorno e negociar condições mais competitivas.

Estrutura maior, mais robusta e mais líquida favorece o cotista ao ampliar o leque de investimentos e a capacidade de realocação. Em cenários de mercado voláteis, a eficiência operacional cresce, reduzindo fricções para entradas e saídas de posições. Esse ganho de escala integra o plano de criar um fundo mais resiliente e preparado para ciclos distintos.

Estratégia multiestratégia permanece como pilar 

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A Suno Asset reafirmou que o caráter multiestratégia continua central no combinado. Azevedo enfatizou que não há intenção de transformar o fundo em FOF tradicional. A alocação seguirá distribuída entre crédito, imóveis diretos e operações estruturadas, preservando a flexibilidade de alocação e a busca por assimetria de retorno.

Na gestão cotidiana, a política seguirá dinâmica: caso seja necessário desinvestir algum ativo para capturar oportunidades com maior upside, a equipe fará os movimentos táticos. Esse pragmatismo já vem sendo aplicado, inclusive com vendas pontuais com pequeno prejuízo quando o balanço risco-retorno justifica.

Com patrimônio acima de R$ 400 milhões, o fundo tende a acessar operações estruturadas de maior porte e a diversificar de forma mais eficiente. A combinação resulta em veículo com maior competitividade, mantendo a proposta de entregar diversificação e desempenho ajustado ao risco para o investidor de FIIs que busca exposição ampla ao segmento imobiliário.

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