O RZAK11 informou que pagará R$ 1,05 por cota em junho de 2026, valor inferior ao do mês anterior, quando distribuiu R$ 1,10 por cota. O pagamento ocorrerá em 22 de junho de 2026 para investidores posicionados até o encerramento do pregão de 15 de junho.
Com base na cota de fechamento de maio, de R$ 83,69, o retorno mensal estimado do provento é de 1,25%. No pagamento anterior, o yield mensal foi de 1,29%, equivalente a 16,63% em termos anualizados. Os rendimentos do FIIs são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que cumpridas as condições previstas na legislação.
- Valor por cota: R$ 1,05; no mês anterior, R$ 1,10
- Data de pagamento: 22/06/2026; data-com: 15/06/2026
- Retorno estimado: 1,25% considerando a cota de R$ 83,69 (maio)
- Yield anterior: 1,29% (16,63% anualizado)
- Isenção de IR para pessoas físicas, conforme regras aplicáveis
- Alocação bruta: 94,4% do patrimônio líquido (abril), sem compromissadas reversas
- Evento de carteira: pré-pagamento integral do CRI Evolua
- Composição: Real Estate, Securitização e Carteiras, Infraestrutura, Allocation, Direct Lending e Agronegócio
- Indexadores: IPCA+ e CDI; instrumentos: CRIs (77%) e fundos imobiliários (23%)
Alocação e carteira do RZAK11: composição por segmentos
A carteira encerrou abril com alocação bruta de 94,4% do patrimônio líquido (PL), sem alavancagem via operações compromissadas reversas. O principal evento do mês foi o vencimento antecipado do CRI Evolua, liquidado de forma integral pela companhia emissora. Fora esse pré-pagamento, não houve mudanças relevantes na composição do portfólio.
Por segmentos, Real Estate permanece como a maior exposição, com 44,98% do PL, ou R$ 350,950 milhões. Essa participação supera a meta de 40,00% estabelecida para 2026, indicando concentração acima do objetivo anual. Securitização e Carteiras aparece como a segunda maior alocação, com 23,68% do PL, equivalente a R$ 184,464 milhões.
Em seguida, Infraestrutura soma 16,07% do PL, ou R$ 125,386 milhões. As demais alocações incluem Allocation (6,30% do PL, R$ 49,179 milhões), Direct Lending (2,86% do PL, R$ 22,273 milhões) e Agronegócio (0,54% do PL, R$ 4,231 milhões). No total, o volume alocado atinge R$ 736,479 milhões.
Entre as teses de investimento, a maior concentração está em Crédito Estruturado para Financiamento de Projeto, que soma R$ 266,134 milhões, equivalente a 34,10% do portfólio. Essa classe reúne operações de dívida estruturada com lastros específicos para projetos, com foco em mitigação de risco por garantias e covenants.
Indexadores e instrumentos do RZAK11: exposição e prazos
A carteira tem maior peso em títulos indexados ao IPCA+, que representam 41,79% do fundo, ou R$ 326,126 milhões. Nessa parcela, o carrego médio é de 9,23% ao ano acima da inflação e a duration é de 4,0 anos. Carrego médio refere-se ao retorno esperado do ativo considerando seu indexador; duration é o prazo médio ponderado de recebimento dos fluxos de caixa, sensível a variações de taxa.
Os ativos atrelados ao CDI somam R$ 258,180 milhões, equivalentes a 33,08% da carteira, com duration média de 2,0 anos e carrego médio de CDI + 3,69% ao ano. A combinação de indexadores busca diversificar a exposição entre inflação e juros pós-fixados, ajustando o perfil de risco e retorno da carteira.
Por instrumentos, os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) concentram 77% do portfólio, enquanto participações em fundos imobiliários somam os 23% restantes. Essa distribuição reflete a estratégia de priorizar recebíveis com garantias imobiliárias, complementada por exposição secundária a cotas de FIIs.
A distribuição de R$ 1,05 por cota para junho ocorre no contexto de uma carteira amplamente alocada, sem uso de alavancagem por compromissadas reversas e com evento pontual de pré-pagamento que não alterou de forma significativa a composição dos ativos. Para a pessoa física, os proventos do setor de fundo imobiliário continuam isentos de IR, desde que respeitadas as condições legais vigentes. No mês anterior, o rendimento havia sido de R$ 1,10, com yield mensal de 1,29% (16,63% anualizado), enquanto o retorno estimado atual é de 1,25%, a partir da cota de R$ 83,69 de maio. Esses dados evidenciam uma leve redução nos dividendos, sem mudança estrutural reportada no portfólio.