FIIs

MXRF11 mantém R$ 0,10 por cota e paga em 13 de março

MXRF11 mantém R$ 0,10 por cota e paga em 13 de março
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário MXRF11 confirmou a distribuição de R$ 0,10 por cota referente ao desempenho de janeiro de 2026, com pagamento em 13 de março aos cotistas posicionados até 27 de fevereiro. A manutenção do patamar reforça a consistência dos proventos e o compromisso com a estabilidade da política distributiva. Com base no fechamento de janeiro a R$ 9,96, o retorno mensal aproxima-se de 1%, o que sustenta o apelo de renda recorrente do ativo para investidores de longo prazo.

Além disso, os dividendos do MXRF11 são isentos de imposto de renda para pessoas físicas, conforme a legislação tributária vigente. Essa característica potencializa o rendimento líquido e amplia a atratividade do fundo no universo de FIIs. A regularidade nas distribuições mensais tem sido um pilar da estratégia do veículo, consolidando sua reputação no mercado.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/Banner-Materias-01-Dkp_-1420x240-1.png

Maior FII do Brasil em número de cotistas, o MXRF11 adota uma abordagem centrada em ativos financeiros com lastro imobiliário. A política de alocação prevê 80% do portfólio em CRIs e 20% em outras aplicações, como debêntures, LCIs, LHs e cotas de FIIs. Essa composição busca diluir riscos e capturar oportunidades em diferentes ciclos de crédito e mercado.

Estratégia de investimento do MXRF11

O fundo imobiliário MXRF11 prioriza certificados de recebíveis imobiliários com perfil de crédito adequado e potencial de valorização no secundário. Até 20% do patrimônio líquido pode ser direcionado a permutas financeiras, com retorno estimado de INCC + 13% ao ano, adicionando uma camada de alfa à carteira. A política contempla ainda estruturas similares a CRIs e posições táticas em FIIs, apoiando a otimização risco-retorno.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/DT-PS-HOME-DE-ARTIGOS-1420x240-ID_01_x1.jpg

Em dezembro, a gestão do FII MXRF11 movimentou mais de R$ 260 milhões em aquisições no secundário de CRIs, com destaque para a realocação de cerca de R$ 75 milhões no CRI Shopping Itaquera. Houve também alienações de R$ 62 milhões e recebimentos de pré-pagamentos relevantes, incluindo operações ligadas aos escritórios Almeida Jr. e Siqueira Castro Advogados. Entre as novas alocações, destacam-se R$ 32 milhões em projeto residencial no Campo Belo (SP), via permuta financeira, e uma estrutura de R$ 75 milhões para aquisição de estoque com desconto, remunerada a CDI + 5% ao ano.

No book de FIIs, ocorreram reduções parciais em TELM11, MCLO11 e HGRU11, em linha com o rebalanceamento tático. O MXRF11 também concluiu a venda do Edifício Oceanic, originado da execução do CRI Harte, apurando lucro de R$ 2,6 milhões e evidenciando capacidade de recuperar e monetizar ativos problemáticos.

Em síntese, os dividendos do MXRF11 sustentam um histórico de estabilidade enquanto a gestão ativa busca eficiência alocativa, combinando crédito imobiliário, permutas financeiras e táticas em FIIs para preservar renda e capturar ganhos de capital.

Quer construir uma carteira de Fiis alinhada com os seus objetivos? Clique aqui e fale agora mesmo com um especialista.

Leia também