O IFIX encerrou a sessão desta quarta-feira (28) em 3.654,09 pontos, queda de 1,75% em relação ao fechamento anterior, de 3.719,05 pontos, na B3. O índice abriu a 3.719,03 pontos, tocou a máxima de 3.720,19 e recuou até a mínima de 3.648,56 antes do ajuste final.
Na comparação de 52 semanas, o indicador terminou 71,92 pontos acima da mínima de 3.582,17 e 342,91 pontos abaixo da máxima de 3.997,00. O IFIX acompanha o desempenho médio das cotas de fundos listados, servindo de referência para o mercado de fundos imobiliários.
- Fechamento: 3.654,09 pontos (-1,75%)
- Abertura: 3.719,03; máxima: 3.720,19; mínima: 3.648,56
- Posição nas 52 semanas: acima da mínima (3.582,17) e abaixo da máxima (3.997,00)
- Maiores altas: VGRI11 e MCCI11
- Maiores quedas: CACR11 e RBRL11
- Maior volume: MXRF11, seguido por GGRC11 e CPTS11
Desempenho do IFIX e destaques do pregão
O índice de FIIs iniciou o dia praticamente estável em relação ao último fechamento e cedeu ao longo da sessão, encerrando a 3.654,09 pontos. A amplitude intradiária refletiu a pressão vendedora predominante, com a mínima em 3.648,56 pontos.
Entre as maiores altas do dia, o VGRI11 (Valora Renda Imobiliária) avançou 0,88%. As cotas fecharam a R$ 5,73, incremento de R$ 0,05 ante o pregão anterior. O movimento colocou o fundo na liderança entre os ganhos reportados.
Na sequência, o MCCI11 (Mauá Capital Recebíveis Imobiliários) subiu 0,47%, com valorização de R$ 0,42 por cota. O fundo encerrou a R$ 89,90, sustentando o segundo melhor desempenho entre os avanços da sessão.
Do lado das quedas, o CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) registrou a maior baixa do levantamento, com recuo de 7,50%. As cotas encerraram a R$ 13,32, queda de R$ 1,08 no dia, concentrando a principal desvalorização entre os fundos listados.
A segunda maior desvalorização ficou com o RBRL11 (Patria Logística II), que caiu 6,03%. O fundo terminou cotado a R$ 69,91, redução de R$ 4,49 por cota. As perdas reforçaram a trajetória negativa do índice ao longo do pregão.
No quadro técnico, o fechamento posiciona o índice a menos de 100 pontos do piso das 52 semanas e distante da máxima do período. Esse enquadramento indica um recuo significativo frente ao topo recente, ainda que acima do patamar mínimo do ano.
IFIX: fundos mais negociados e volumes do dia
Entre os fundos mais líquidos, o MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) liderou o volume, com 3,36 milhões de cotas negociadas. O papel recuou 0,44% no dia. A liquidez consolidou o fundo como o principal destaque em número de cotas movimentadas.
O segundo maior volume foi do GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária FII), com 2,12 milhões de cotas e queda de 2,63%. O desempenho negativo acompanhou o movimento mais amplo do índice, enquanto o giro manteve o fundo entre os mais transacionados.
Na sequência, o CPTS11 (Capitania Securities II Fundo de Investimento Imobiliário) registrou 1,53 milhão de cotas negociadas, com baixa de 2,10%. A atividade refletiu interesse contínuo do mercado, apesar da pressão vendedora no fechamento.
O SNEL11 (SunO Energias Limpas) acumulou 1,42 milhão de cotas negociadas, com desvalorização de 2,69%. O volume reforçou a presença do fundo entre os ativos mais líquidos do dia, em linha com os demais destaques de negociação.
O GARE11 (Guardian Logística) somou 1,11 milhão de cotas, com queda de 1,21%. O giro relevante, mesmo com recuo, manteve o fundo no grupo de maior negociação do pregão, compondo o panorama de liquidez do mercado.
No agregado, o dia combinou retração do índice com dispersão nos desempenhos dos componentes, com poucas altas e quedas mais acentuadas concentradas em alguns fundos específicos. Os volumes negociados indicaram foco dos investidores em ativos de maior liquidez.