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IFIX recua 0,14%; queda interrompe sequência positiva após o 1º turno

IFIX recua 0,14%; queda interrompe sequência positiva após o 1º turno
SNID11 disparou 1,48% e se destaca entre fundos da Suno. Foto: Suno/Banco

O IFIX fechou a sessão desta quinta-feira (8) aos 3.949,64 pontos, queda de 0,14% ante o dia anterior, quando encerrou a 3.955,32 pontos. O recuo interrompeu uma sequência de três altas consecutivas após o primeiro turno das eleições, registradas entre segunda (5) e quarta-feira (7), na B3.

Ao longo do pregão, o índice oscilou entre a mínima de 3.933,38 pontos e a máxima de 3.962,74 pontos. A abertura ocorreu aos 3.955,32 pontos, e o fechamento ficou 16,26 pontos acima da mínima do dia.

  • Variação do dia: -0,14% (-5,68 pontos), fechamento a 3.949,64
  • Abertura: 3.955,32; mínima: 3.933,38; máxima: 3.962,74
  • Máxima de 52 semanas: 3.962,74; mínima de 52 semanas: 3.562,37
  • Sequência prévia: +1,34% (segunda, 5), +2,26% (terça, 6), +1,19% (quarta, 7)
  • Maiores altas: TRBL11 e LIFE11
  • Maiores quedas: MCRE11 e BBIG11
  • Mais negociados: GGRC11, MXRF11, SNEL11, GARE11 e HGBS11

O IFIX é o principal índice de fundos imobiliários da B3. Ele mede o desempenho médio dos FIIs mais negociados, ponderado pela liquidez e ajustes de carteira definidos pela bolsa.

Desempenho do IFIX e variação intradiária

A máxima do dia, de 3.962,74 pontos, igualou a marca mais alta das últimas 52 semanas. No mesmo período, a mínima indicada é de 3.562,37 pontos.

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A volatilidade intradiária mostrou amplitude de 29,36 pontos entre mínima e máxima. Mesmo com o recuo no fechamento, o índice permaneceu acima da mínima do pregão, o que sinaliza recuperação parcial ao longo do dia.

O movimento desta quinta-feira interrompeu a sequência positiva que havia se formado após o primeiro turno das eleições. Na segunda (5), o índice subiu 1,34%; na terça (6), avançou 2,26%; e, na quarta (7), registrou alta de 1,19%. No acumulado desses três dias, o ganho foi relevante, ainda que seguido do ajuste de 0,14% no dia 8.

Oscilações do IFIX e dos FIIs no pregão

Entre as maiores altas do pregão, o TRBL11 (FII Tellus Rio Bravo Renda Logística) avançou 4,28%, alta de R$ 2,23, e fechou a R$ 54,19. Na sequência, o LIFE11 (FII Life Capital Partners) subiu 3,36%, ganho de R$ 0,24, encerrando a R$ 7,38.

Do lado negativo, o MCRE11 (Mauá Capital Real Estate) recuou 4,30%, queda de R$ 0,38, e terminou o dia a R$ 8,39. O BBIG11 (BB Premium Malls FII de Responsabilidade Limitada) caiu 2,73%, perda de R$ 0,16, fechando a R$ 5,70.

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Esses movimentos refletiram, em parte, dinâmicas específicas de cada fundo, como exposição setorial e liquidez, sem alterar os dados principais do índice na sessão.

Negócios do dia no IFIX: destaques e liquidez

Entre os fundos mais negociados por número de cotas, o GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária FII) liderou com 2,87 milhões de cotas e alta de 1,18% no dia. O MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) somou 2,11 milhões de cotas, com variação negativa de 1,06%.

O SNEL11 (Fundo de Investimento Imobiliário Suno Energias Limpas) movimentou 1,48 milhão de cotas e subiu 0,13%. O GARE11 (Guardian Real Estate) registrou 1,06 milhão de cotas e queda de 2,36%. O HGBS11 (Hedge Brasil Shopping FII) completou a lista, com 950,8 mil cotas e alta de 0,31%.

A concentração de negócios nos fundos mais líquidos manteve o padrão histórico do mercado secundário de FIIs, com destaque para segmentos logísticos, híbridos, recebíveis e shoppings. Apesar do recuo do índice, o dia teve marcações relevantes de preço e volume nos principais ativos.

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