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IFIX sobe 0,15% com MXRF11 na liderança de volume

IFIX sobe 0,15% com MXRF11 na liderança de volume
Imagem gerada por IA

O IFIX fechou esta sexta-feira (5) em 3.848,37 pontos, alta de 0,15% frente ao pregão anterior. O índice somou 5,91 pontos no dia, após oscilar entre a mínima de 3.841,37 e a máxima de 3.851,94 pontos. A sessão foi marcada por variação contida, com a máxima sendo registrada perto do encerramento dos negócios.

A abertura ocorreu em 3.842,46 pontos, mesmo nível do fechamento anterior, sinalizando um início neutro. Mesmo com ganhos modestos, o movimento reforçou a leitura de estabilidade no curto prazo para o mercado de fundos imobiliários.

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Em relação à máxima de 52 semanas, de 3.944,38 pontos, o IFIX segue abaixo, indicando espaço para recuperação caso o fluxo volte a se fortalecer. Na comparação com 29 de maio de 2026, quando o índice marcou 3.861,52 pontos, acumula queda de 13,15 pontos (-0,34%), refletindo leve correção semanal.

Principais dados do pregão: abertura em 3.842,46; máxima de 3.851,94; mínima de 3.841,37; fechamento em 3.848,37; variação de +0,15% (+5,91 pontos). Esses números reforçam um pregão técnico, com suporte respeitado e resistência testada.

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Entre os destaques de negociação, o MXRF11 liderou o volume financeiro, com R$ 1,32 milhão e desempenho estável. Na sequência, GARE11 movimentou R$ 1,17 milhão (-0,12%), enquanto GGRC11 somou R$ 1,16 milhão (+0,30%). CPTS11 recuou 0,39% com R$ 845,67 mil, e BTCI11 avançou 0,11% com R$ 815,25 mil, evidenciando apetite seletivo por crédito e logística.

As maiores altas do dia ficaram com URPR11 (+4,75%, a R$ 23,31) e PVBI11 (+2,52%, a R$ 72,73), impulsionadas por percepção de qualidade nos portfólios. Entre as baixas, CACR11 recuou 3,71% (R$ 24,65) e TGAR11 caiu 2,79% (R$ 55,56), refletindo ajustes de preço após recentes oscilações.

H2: Desempenho e destaques do IFIX no pregão Mesmo com avanço diário, o IFIX permanece distante da máxima anual, mas apresenta sinais de resiliência. Entre os setores, crédito imobiliário e logístico concentraram o fluxo, enquanto ativos de renda urbana e híbridos alternaram ganhos e perdas, compondo um quadro de rotação moderada.

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