O FII XP Malls (XPML11) encerrou agosto de 2026 com resultado de R$ 33,7 milhões, após registrar receitas de R$ 45,9 milhões e despesas de R$ 12,2 milhões, conforme o relatório gerencial de setembro. Mesmo com o resultado mensal abaixo do montante destinado aos cotistas, os dividendos do XPML11 foram mantidos em R$ 0,92 por cota, pagos em 25 de setembro, totalizando R$ 59,2 milhões no período.
Considerando o preço de R$ 99,64 no fechamento de setembro, o rendimento de agosto implicou dividend yield mensal de aproximadamente 0,92%. A distribuição por cota manteve estabilidade nos últimos 12 meses, somando R$ 11,04 por cota, equivalente a um retorno acumulado de cerca de 11,08% sobre a cotação de referência.
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- Resultado de agosto de 2026: R$ 33,7 milhões
- Receitas e despesas de agosto: R$ 45,9 milhões e R$ 12,2 milhões
- Distribuição de agosto: R$ 0,92 por cota (R$ 59,2 milhões), paga em 25/09
- Dividend yield mensal: 0,92% (preço de referência: R$ 99,64 em 30/09)
- Últimos 12 meses: R$ 11,04 por cota (retorno acumulado de 11,08%)
- Jan-ago/2026: receitas de R$ 474,7 milhões; resultado de R$ 384,7 milhões
- Últimos 12 meses até agosto: resultado de R$ 754,1 milhões
- Resultados acumulados não distribuídos: R$ 96,9 milhões (R$ 1,51/cota)
- Guidance set-dez/2026: R$ 0,83 a R$ 0,92 por cota
- Portfólio: 26 ativos, 1,06 milhão m² de ABL e mais de 5.100 lojas
- Vendas de agosto: R$ 1,61 bilhão; R$ 1.588/m²
- SSS: +2,1% ano a ano; SSR: +5,7%
- Vacância: 5,1%; inadimplência líquida: 1,2%; custo de ocupação: 11,7%
Indicadores e distribuição: dividendos do XPML11
O fundo manteve a política de distribuição em R$ 0,92 por cota para agosto. A remuneração invariável ao longo de 12 meses somou R$ 11,04 por cota. Com o preço de R$ 99,64 no fim de setembro, o yield mensal ficou em 0,92%, refletindo a estabilidade da renda recente.
No acumulado de janeiro a agosto de 2026, o FII apresentou receitas de R$ 474,7 milhões e resultado financeiro de R$ 384,7 milhões. Em 12 meses encerrados em agosto, o resultado somou R$ 754,1 milhões, uma métrica que consolida a geração de caixa no período.
O saldo de resultados acumulados ainda não distribuídos foi de R$ 96,9 milhões, o que equivale a R$ 1,51 por cota. Esse montante contribui para a previsibilidade da renda, ainda que não represente garantia de distribuição futura.
Para os meses de setembro a dezembro de 2026, a gestão indicou faixa de distribuição mensal entre R$ 0,83 e R$ 0,92 por cota. A projeção está condicionada ao desempenho operacional dos ativos e às condições de mercado, sem caráter vinculante.
Portfólio, vendas e métricas operacionais
Ao final de agosto de 2026, o portfólio reunia 26 ativos de varejo, com aproximadamente 1,06 milhão de metros quadrados de ABL e mais de 5.100 lojas. Cerca de 274 mil m² correspondiam à participação imobiliária própria do fundo.
A alocação geográfica tinha maior concentração no Sudeste, com 72% da ABL. O Nordeste respondia por 16%, o Sul por 9% e o Norte por 3%. A diversificação por administradoras incluía SYN (21% da ABL), Allos (17%), Iguatemi (16%) e JHSF (10%).
Em agosto, os empreendimentos registraram vendas totais de R$ 1,61 bilhão, com média de R$ 1.588 por m². O indicador SSS, que mede as vendas nas mesmas lojas, avançou 2,1% na comparação anual. O SSR, que acompanha a evolução dos aluguéis nas mesmas lojas, cresceu 5,7%.
A vacância física da carteira atingiu 5,1%. A inadimplência líquida foi de 1,2% e o custo médio de ocupação dos lojistas ficou em 11,7%. Esses parâmetros compõem o acompanhamento da ocupação, da evolução das locações e do desempenho comercial.
A estratégia do fundo segue baseada na gestão ativa de participações em shopping centers, com foco na qualidade dos ativos, na diversificação e no monitoramento de métricas operacionais do varejo físico.