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CPTS11 anuncia nova oferta; veja o valor e o cronograma para 2026

CPTS11 anuncia nova oferta; veja o valor e o cronograma para 2026
CPTS11 anuncia oferta de R$ 300 milhões. Foto: Pixabay

O fundo imobiliário CPTS11 anunciou sua 15ª emissão de cotas, ofertando 33.482.143 novas unidades ao preço de R$ 8,96 cada, com taxa de distribuição primária de R$ 0,03 por cota (0,33% do preço). O montante inicial da oferta é de R$ 300 milhões, sem considerar a taxa, com possibilidade de distribuição parcial conforme a demanda e o montante mínimo estabelecido.

A emissão do CPTS11 será efetivada apenas se, no mínimo, 111.608 novas cotas forem colocadas no mercado, desconsiderando a taxa de distribuição. Caso esse volume mínimo seja atingido e sobrem cotas não subscritas e integralizadas no período de distribuição, elas serão canceladas pela administradora do fundo.

A data-base para identificação dos cotistas com direito de preferência foi definida para 19 de janeiro de 2026. O exercício do direito de preferência começa em 21 de janeiro de 2026, simultaneamente na B3 e no escriturador, quando também se inicia a coleta de intenção de investimentos para novos investidores interessados.

Na B3, o prazo do direito de preferência termina em 2 de fevereiro de 2026. No escriturador, o período se encerra em 3 de fevereiro de 2026, mesma data prevista para a liquidação do direito de preferência. O comunicado de encerramento desse período será divulgado em 4 de fevereiro de 2026, e a liquidação da oferta está estimada para iniciar em 6 de fevereiro de 2026.

A coleta de intenção de investimentos pode se estender até 9 de julho de 2026, oferecendo janela adicional para captação. O prazo máximo para divulgação do anúncio de encerramento da oferta é 10 de julho de 2026, conforme o cronograma oficial divulgado pela administração do CPTS11.

No fechamento de novembro, o fundo mantinha exposição relevante ao crédito imobiliário por meio de 14 CRIs, que representavam 28,8% dos ativos. A carteira de crédito estava 100% indexada ao IPCA, com taxa de marcação em IPCA + 8,50%, sem exposição a CDI, indicando perfil mais atrelado à inflação.

A alocação em fundos imobiliários somava 100 FIIs, equivalentes a 62,7% dos ativos do CPTS11. Nessa parcela, fundos de tijolo predominavam com 79,2% dos investimentos, enquanto fundos de papel respondiam pelos 20,8% restantes, reforçando uma estratégia diversificada entre renda e valorização.

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