Os cotistas dos fundos imobiliários BROF11 e CPSH11 recebem nesta segunda-feira (26) novos rendimentos referentes ao período de dezembro. O BROF11 distribui R$ 0,55 por cota, enquanto o CPSH11 paga R$ 0,11 por cota, com crédito automático nas contas das corretoras dos investidores. Ambos mantiveram a data com de 19 de janeiro de 2026 para elegibilidade.
Por lei, os fundos imobiliários devem distribuir ao menos 95% do resultado semestral. Na prática, a maioria dos FIIs faz repasses mensais para garantir fluxo de renda recorrente aos cotistas. Esses proventos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, o que torna a classe atrativa para quem busca renda passiva.
O BROF11 é um fundo de tijolo com foco em lajes corporativas, administrado pelo BTG Pactual. Entregou dividend yield de 0,95% no mês e 11,22% em 12 meses. No acumulado de 2026, já pagou R$ 0,55 por cota, correspondente ao rendimento de hoje. A gestão mantém estratégia voltada para ativos corporativos, com potencial de distribuição estável.
Já o CPSH11 é um fundo misto, também sob gestão do BTG Pactual. Registrou dividend yield de 1,00% no mês e 11,60% em 12 meses. No acumulado de 2026, soma R$ 0,11 por cota, alinhado ao pagamento desta data. Sua alocação diversificada permite navegar diferentes ciclos do mercado imobiliário.
Antes de investir, é prudente quitar dívidas e construir uma reserva de emergência. Analistas recomendam poupar com disciplina e evitar alavancagem para aportes. Essa postura protege o investidor de resgates em momentos desfavoráveis e melhora a experiência com renda variável.
Os FIIs oferecem vantagens como isenção fiscal nos rendimentos e exposição a imóveis com menor capital inicial, além de diversificação setorial. No entanto, riscos de vacância, inadimplência e variação de preços de mercado exigem avaliação do perfil e objetivos.
Em síntese, os pagamentos de hoje reforçam o apelo dos fundos imobiliários para renda periódica. Para quem busca previsibilidade, BROF11 e CPSH11 se mantêm como referências em seus segmentos, com gestão do BTG e histórico recente de distribuição.