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CPTS11 mantém R$ 0,09 por cota; DY mensal é de 1,13%

CPTS11 mantém R$ 0,09 por cota; DY mensal é de 1,13%
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário CPTS11 confirmou a distribuição de R$ 0,09 por cota em maio de 2026, referente à competência de abril. O pagamento ocorrerá em 20 de maio para investidores posicionados até o fechamento do pregão de 13 de maio. A manutenção do valor reforça a consistência da política de proventos do fundo, estável desde outubro de 2025 e alinhada ao cenário de mercado.

Com base na cotação de fechamento de R$ 7,93 em abril, os dividendos do CPTS11 resultam em um Dividend Yield mensal de 1,13%. Em termos anualizados, considerando a referência de R$ 7,98 ao fim de março, a distribuição recorrente de R$ 0,09 por cota implica um retorno projetado de 14,41%, sinalizando atratividade para perfis que buscam renda passiva.

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A gestão também divulgou cenários alternativos: em um panorama otimista, a projeção chegaria a R$ 0,10 por cota (DY de 16,12%), enquanto no conservador ficaria em R$ 0,08 (DY de 12,72%). Essas faixas refletem a sensibilidade aos preços de mercado e à performance dos ativos-alvo, preservando disciplina na alocação e no gerenciamento de risco.

A carteira do fundo imobiliário CPTS11 é diversificada entre crédito e fundos listados. Ao final de março, eram 17 CRIs, equivalentes a 23,0% dos ativos, todos indexados ao IPCA e com taxa média marcada a IPCA + 8,64%. Já a parcela de FIIs somava 88 fundos, representando 63,4% do portfólio, com 81,4% em fundos de tijolo e 18,6% em fundos de papel.

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O segmento de shopping lidera a exposição na carteira de crédito, com 42,4% (9,7% dos ativos totais). Os créditos foram adquiridos, em média, a IPCA + 6,54%, enquanto a marcação a mercado encontra-se em IPCA + 8,64%, indicando prêmios mais altos exigidos pelo investidor no momento.

No consolidado, há potencial de valorização de 13,0% frente à cota patrimonial pela ótica de mercado; caso os FIIs fossem marcados a valor patrimonial, o potencial seria de 0,5%. A estratégia do fundo mantém exposição zero a CDI, priorizando indexação ao IPCA para proteção inflacionária e previsibilidade de proventos.

Com isso, os rendimentos do CPTS11 permanecem dentro do padrão de distribuição mensal, e a manutenção dos R$ 0,09 por cota reforça a estabilidade do fluxo ao cotista. O guidance divulgado sustenta perspectiva de continuidade, sujeita às condições de mercado e ao desempenho dos ativos.

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