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HGCR11 amplia reservas e paga R$ 0,95 por cota em abril

HGCR11 amplia reservas e paga R$ 0,95 por cota em abril
Imagem gerada por IA

O HGCR11 reportou resultado distribuível de R$ 15,071 milhões em março de 2024, equivalente a R$ 0,98 por cota, alta de 9,35% frente ao mês anterior. Com base nesse desempenho, a gestão distribuiu R$ 0,95 por cota em 15 de abril, preservando parte do ganho para reforçar reservas. O resultado acumulado somou R$ 0,52 por cota, enquanto a inflação acruada atingiu R$ 1,06 por cota.

As reservas totais fecharam março em R$ 1,58 por cota, acima dos R$ 1,51 de fevereiro, ampliando a margem de segurança para futuras distribuições do HGCR11. A carteira mantém foco em créditos imobiliários com retorno consistente e diversificação de riscos.

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Entre as principais características de alocação, 98% do patrimônio líquido está investido em ativos, com 89,1% da exposição distribuída em 44 CRIs e 3 operações estruturadas. A rentabilidade média ponderada desses créditos é de 15,4% ao ano. Além disso, 8,9% do patrimônio está em uma cesta de 10 fundos imobiliários, com rentabilidade de 19,7% ao ano, reforçando a estratégia de diversificação.

A composição por indexadores confirma o IPCA como referência central: 84,5% da carteira está atrelada ao índice, com taxa média de IPCA + 9,0% ao ano. Os demais papéis seguem CDI, prefixados e IGP-M, o que amplia a proteção contra diferentes cenários macroeconômicos e ciclos de juros.

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O fundo imobiliário HGCR11 realizou movimentações estratégicas em março. Nos desinvestimentos, destacou-se a venda de R$ 40,8 milhões do CRI Ecopark II, que gerou resultado extraordinário de R$ 0,11 por cota, e a alienação de R$ 8,5 milhões do CRI JFL Lorena, adicionando R$ 0,01 por cota. Essas decisões capturaram ganhos e reequilibraram a carteira.

Nas aquisições, houve reforço de posição no CRI Ecopark II com aporte de R$ 25 milhões e alocação de R$ 70 mil no CRI Union, priorizando seletividade e qualidade de crédito. O HGCR11 encerrou o trimestre totalmente desalavancado, sem operações compromissadas, o que amplia a flexibilidade para aproveitar oportunidades.

Setorialmente, a carteira concentra 38% em varejo, com residencial e logístico representando 19% cada. Em termos geográficos, São Paulo responde por mais de 44% dos recebíveis, refletindo a liquidez do maior mercado imobiliário do país. A gestão ativa sustenta renda recorrente e otimização de rentabilidade ao combinar créditos imobiliários e fundos imobiliários.

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