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IAAG11 mantém R$ 0,12 por cota e reforça recompra recorde

IAAG11 mantém R$ 0,12 por cota e reforça recompra recorde
Foto: Suno/Banco

O Fiagro IAAG11 manteve em março a distribuição mensal de R$ 0,12 por cota, reforçando a previsibilidade dos rendimentos e a disciplina na gestão de caixa. Com a cota a R$ 8,38 no fechamento do mês, o dividendo gerou um yield de 1,43%, dentro do padrão recente do fundo. O resultado do período somou cerca de R$ 1,1 milhão, sustentando a manutenção do nível de proventos.

Ao longo do mês, a carteira recebeu aproximadamente R$ 5 milhões em amortizações, incluindo o pré-pagamento do CRA Coagril. Esse movimento reduziu temporariamente a exposição a ativos-alvo e abriu espaço para novas alocações, sem comprometer o fluxo de caixa. A alocação caiu para 82,9% do patrimônio, enquanto o carrego bruto foi ajustado para cerca de CDI + 3,0%.

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Diante desse cenário, a gestora sinalizou oportunidade de reposicionamento tático, de olho em spreads mais atrativos e em emissores de maior qualidade. A avaliação leva em conta condições de mercado, liquidez e o custo de oportunidade na recomposição da carteira. A combinação entre conservadorismo e seletividade tende a preservar o perfil risco-retorno.

A administração destaca que o ambiente de juros altos por mais tempo exige cautela adicional. Tensões geopolíticas e pressões inflacionárias seguem no radar, influenciando prêmio de risco e valuation dos títulos. Nesse contexto, o fundo vem priorizando estratégias defensivas no agronegócio, com foco em devedores robustos e garantias mais consistentes.

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O IAAG11 reportou que a recente abertura de spreads criou janelas táticas para alocar em companhias com melhor crédito, preservando rentabilidade ajustada ao risco. No secundário, a cota terminou março com desconto de 14,3% sobre o valor patrimonial, enquanto a cota patrimonial teve leve ajuste, mantendo estabilidade relativa no mês.

No lado societário, o programa de recompra ganhou tração e atingiu volume recorde. Foram adquiridas e canceladas 53.654 cotas ao preço médio de R$ 8,41, totalizando cerca de R$ 451 mil. O patrimônio líquido encerrou março em R$ 101,7 milhões, refletindo recompras e dinâmicas de mercado, enquanto a liquidez atingiu novo pico, com volume médio diário acima de R$ 400 mil e base de 13.960 cotistas, máxima histórica para o fundo.

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