O fundo imobiliário SNCI11 confirmou a distribuição de R$ 1,00 por cota em abril de 2026, com data-base em 15/04 e pagamento em 24/04. Considerando o fechamento de março em R$ 90,43, o dividend yield mensal estimado é de 1,11%. A estratégia do fundo segue centrada em CRIs, com alocações indexadas ao CDI e à inflação, buscando renda recorrente e previsibilidade para os cotistas.
Em linha com o guidance para o 1º trimestre (R$ 1,00 a R$ 1,10 por cota), o SNCI11 manteve a distribuição de R$ 1,00 também em fevereiro. O período registrou lucro líquido de R$ 3,8 milhões, enquanto o spread de crédito avançou para 3,73% graças a novas alocações e recuperação de ativos, reforçando a melhora gradual na geração de resultado.
A liquidez apresentou evolução relevante, com média diária de negociação de R$ 795 mil no mercado secundário, indicando maior interesse de investidores. Esse movimento tende a favorecer a precificação dos ativos e a eficiência na execução da estratégia. Entre as métricas operacionais, a gestão destacou a manutenção de postura conservadora, priorizando qualidade de crédito e recomposição de spreads.
Em fevereiro, foram realizadas aquisições de cerca de R$ 3,4 milhões e avançou o processo de desalavancagem, com a quitação de mais de R$ 20 milhões em operações compromissadas. Como resultado, a alavancagem líquida recuou para 8,09% do patrimônio líquido. A gestão reforçou que o processo de desalavancagem deve continuar ao longo do trimestre, preservando a resiliência do portfólio.
A rentabilidade patrimonial no mês foi de 0,44%, refletindo a atuação ativa na recuperação de crédito e no ajuste gradual dos retornos dos CRIs. No início de 2026, o fundo reportou performance competitiva: em janeiro, a rentabilidade ajustada atingiu 5,96%, superando o IFIX (2,27%) e os pares comparáveis (3,40%).
H2: Desempenho e estratégia do fundo imobiliário SNCI11 No acumulado de 12 meses, a performance do SNCI11 chegou a 25,84%, ficando ligeiramente abaixo do IFIX (27,82%), mas acima do IFIX Papel (24,32%) e da média dos pares (25,33%). A estratégia permanece focada em CRIs atrelados ao CDI e à inflação, com disciplina na alocação e ênfase na geração de renda recorrente para os cotistas do fundo.