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MXRF11 eleva lucro, distribui R$ 0,10 e rende 100% do CDI

MXRF11 eleva lucro, distribui R$ 0,10 e rende 100% do CDI
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário MXRF11 reportou lucro de R$ 44,057 milhões em fevereiro, superando os R$ 43,582 milhões de janeiro. O desempenho permitiu distribuir R$ 46,026 milhões em dividendos, equivalentes a R$ 0,10 por cota, reforçando a consistência do pagamento mensal do fundo aos cotistas. Considerando o preço de fechamento da cota em R$ 9,99, o retorno foi de 100,40% do CDI líquido.

No mesmo período, o fundo apurou receitas de R$ 47,456 milhões e despesas de R$ 3,398 milhões. Pelo critério de gross-up de 15%, o percentual de retorno alcança 118,12% do CDI, refletindo a eficiência na alocação de recursos e na originação de operações. A carteira de CRIs foi o principal motor do caixa, reafirmando o foco estratégico do MXRF11 em crédito imobiliário.

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A carteira de Certificados de Recebíveis Imobiliários contribuiu com R$ 38,15 milhões, enquanto o portfólio de FIIs adicionou R$ 5,63 milhões, e as permutas financeiras somaram R$ 3,50 milhões. A combinação desses vetores de receita sustenta a geração de resultado e a previsibilidade dos rendimentos.

O MXRF11 encerrou fevereiro com reserva acumulada de correção monetária de R$ 9,62 milhões, o equivalente a R$ 0,0209 por cota. Esse colchão financeiro oferece resiliência ao fluxo de distribuição, mitigando oscilações pontuais do mercado e suportando o guidance de proventos.

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Resumo do mês e alocação

A estratégia do fundo imobiliário MXRF11 mantém cerca de 80% do patrimônio líquido em CRIs, priorizando ativos high grade, com carregos atrativos e potencial de ganhos via negociações no mercado secundário. Os 20% restantes podem ser destinados a permutas financeiras, operações estruturadas via FIIs com perfil similar a CRIs e posições táticas de valorização.

Em fevereiro, houve aquisições no mercado primário: nova tranche de R$ 20 milhões do CRI JK Square e compra do CRI Amy por R$ 7 milhões. Em permutas financeiras, foram investidos R$ 16 milhões em dois aportes de R$ 8 milhões (Campo Belo 4 e Campo Belo 5). Na carteira de FIIs, ocorreram vendas parciais em TELM11 e MCLO11, além da entrada no fundo Unidades Helbor, operação primária de R$ 46 milhões remunerada a CDI + 2,50% ao ano. A gestão segue ampliando o pipeline de CRIs e permutas, reciclando ativos no secundário para otimizar a rentabilidade do MXRF11.

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