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KNSC11 eleva rendimento e paga R$ 0,11 por cota em abril

KNSC11 eleva rendimento e paga R$ 0,11 por cota em abril
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário KNSC11 anunciou a distribuição de R$ 0,11 por cota para investidores posicionados até 31 de março, com pagamento em 14 de abril. O valor implica dividend yield mensal de 1,2% considerando a cotação de R$ 9,04. Este é o maior patamar de rendimentos dos últimos 11 meses, reforçando o momento positivo do portfólio e a atratividade do fluxo de caixa isento para pessoas físicas.

Para efeitos de elegibilidade, a data de corte foi 31 de março. Assim, quem comprou cotas apenas no pregão do dia 31 não terá direito ao rendimento deste mês. Compras realizadas a partir de 1º de abril também não conferem participação na distribuição de abril.

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Principais destaques da distribuição: valor por cota de R$ 0,11; data de corte em 31/03; pagamento em 14/04; dividend yield mensal de 1,2%; e isenção de IR para pessoas físicas. Esses elementos reforçam a previsibilidade e a eficiência tributária do produto para o investidor de renda.

A estratégia do KNSC11 prioriza ativos financeiros de natureza imobiliária, com foco em CRIs e, secundariamente, cotas de outros FIIs. Ao fim de fevereiro, a alocação em ativos-alvo somava 100,3% do patrimônio, além de 2,4% em LCI e 7,3% em caixa. A carteira privilegia indexação ao IPCA, favorecendo proteção contra inflação.

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Composição por indexador: CRIs IPCA representam 62,1% do patrimônio, com remuneração média de IPCA + 10,10% a.a. e prazo médio de 7,1 anos; CRIs atrelados ao CDI somam 38,1%, a CDI + 3,14% a.a., com prazo médio de 3,8 anos. Esses parâmetros sustentam o carrego da carteira e a resiliência do fluxo de rendimentos ao longo do ciclo.

O fundo imobiliário KNSC11 utiliza operações compromissadas reversas lastreadas em CRI, perto de 10% do PL, para ampliar a flexibilidade na alocação. A gestão monitora risco, liquidez e custo com rigor, e alonga vencimentos para dar previsibilidade ao caixa. Tal abordagem busca otimizar retorno ajustado ao risco.

Na diversificação setorial, escritórios concentram 24,5% do portfólio, residencial pulverizado 21,6% e logística 20,7%, com demais setores somando 33,2%. Essa distribuição reduz riscos idiossincráticos e captura oportunidades em diferentes segmentos do mercado imobiliário brasileiro, apoiando a consistência dos proventos do KNSC11.

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