O KNCR11 iniciou 2026 com tração relevante em sua estratégia de alocação e crescimento da base de investidores. Ao fim de janeiro, o fundo registrou 537.890 cotistas e reportou R$ 1,3 bilhão em novas operações imobiliárias sob análise, com desembolsos previstos para as próximas oito a 12 semanas, seguindo o cronograma do relatório gerencial. O patrimônio líquido encerrou o mês em R$ 10,38 bilhões, sustentando uma posição robusta para execução do pipeline.
A alocação do portfólio manteve foco em crédito imobiliário, com 80,6% do patrimônio direcionado a ativos-alvo e posição tática em LCIs de 9,4%, além de 9,9% em caixa para agilidade operacional. Essa combinação favorece a flexibilidade para capturar oportunidades sem comprometer a disciplina de risco. A estratégia do KNCR11 segue ancorada em diversificação por emissores, setores e garantias.
Em linha com essa abordagem, a parcela investida em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) atrelados ao CDI representa 80,5% do patrimônio, com remuneração média (mark-to-market) de CDI + 2,08% ao ano e prazo médio de 3,7 anos. Esse perfil reforça a aderência ao cenário de juros e a previsibilidade de fluxos, ao mesmo tempo em que preserva a qualidade de crédito.
Em janeiro, o fundo aportou R$ 189,4 milhões em duas operações de CRI ligadas ao segmento de shoppings, reforçando a tese de diversificação setorial. O primeiro investimento, de R$ 91,4 milhões, foi no Shopping Boulevard Bauru (Bauru, SP), vinculado ao FII HGBS11, com garantias de alienação fiduciária, cessão fiduciária de recebíveis e fundo de reserva.
A segunda operação, de R$ 98 milhões, foi direcionada ao Midway Mall (Natal, RN), associada ao FII VISC11, também com alienação fiduciária de fração do imóvel, cessão de recebíveis e fundo de reserva. A taxa média combinada das duas operações ficou em CDI + 1,69%, conforme o relatório do fundo.
Com R$ 1,3 bilhão em novas estruturas em análise e cronograma de desembolsos gradual, o KNCR11 avança na alocação dos recursos da emissão vigente e mantém capacidade para ajustar o portfólio a condições de mercado, preservando retorno ajustado ao risco.