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IFIX sobe 0,85% e encosta no topo anual em pregão positivo

IFIX sobe 0,85% e encosta no topo anual em pregão positivo
Em alta, IFIX mantém sequência positiva e fecha semana com ganho de 0,85%

O IFIX encerrou a sexta-feira (23) em alta de 0,85%, aos 3.841,53 pontos, em um pregão de viés positivo do início ao fim. O avanço representou ganho de 32,23 pontos frente ao fechamento da semana anterior (16), quando o indicador marcou 3.809,30 pontos. A movimentação confirmou a trajetória de recuperação do índice e reforçou o apetite do investidor por renda passiva atrelada ao mercado imobiliário.

Durante a sessão, o índice de fundos de investimentos imobiliários oscilou dentro de uma faixa estreita, sem perder o terreno positivo. A mínima intradiária foi de 3.820,21 pontos, enquanto a máxima coincidiu com o topo do ano, aos 3.842,05 pontos, demonstrando força compradora consistente ao longo do dia.

O desempenho dos fundos imobiliários ocorreu em sintonia com o bom humor do mercado de ações. O Ibovespa avançou 1,86%, fechando a 178.858,55 pontos, o que sinalizou um ambiente de maior propensão ao risco por parte dos participantes e ajudou a sustentar os preços dos FIIs mais líquidos.

Entre as principais altas, o RBRP11 liderou com valorização de 2,86%, encerrando a R$ 55,80, seguido por LIFE11, que subiu 2,58% e fechou a R$ 8,74. No campo negativo, o CCME11 recuou 2,05%, a R$ 9,10, enquanto o JSCR11 caiu 1,53%, terminando a R$ 8,34. Esses movimentos ilustram a seletividade do mercado, com maior prêmio a portfólios percebidos como mais resilientes.

A performance positiva do IFIX reflete um momento favorável para a classe, sustentado por perspectivas de juros mais estáveis, melhora de liquidez e revisões de portfólio no fim do mês. A busca por renda recorrente segue como pilar, atraindo investidores que desejam diversificar com ativos lastreados em imóveis e contratos de locação.

Os resultados indicam manutenção do interesse pelos FIIs e correlação positiva com o mercado acionário. Caso o cenário macro permaneça construtivo, há espaço para novas máximas, ainda que com maior seletividade entre segmentos como lajes, logística e recebíveis. Para o investidor, a leitura é de prudência ativa: monitorar vacância, qualidade de crédito e governança pode fazer diferença na captura de retornos, especialmente após o rali recente do IFIX.

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