Seis fundos imobiliários confirmaram a distribuição de proventos nesta quinta-feira (22), com atenção especial para RZAK11, GAME11 e AFHI11. O RZAK11 lidera os pagamentos, com R$ 1,10 por cota, enquanto o AFHI11 pagará R$ 1,01 e o GAME11, R$ 0,09 por cota. Os valores serão creditados diretamente nas contas dos investidores, conforme o cronograma dos fundos, sem necessidade de ação adicional por parte dos cotistas.
Para os investidores de FIIs, a rotina de pagamentos segue a legislação brasileira, que determina a distribuição de ao menos 95% do resultado semestral aos cotistas. No mercado, a prática mais comum é a distribuição mensal, o que favorece a previsibilidade de fluxo de caixa e reforça a atratividade desse tipo de investimento para quem busca renda recorrente no portfólio.
Entre os destaques do dia, o AFHI11 pagará R$ 1,01 por cota, referente a dezembro, com dividend yield de 1,06% no mês e 12,66% em 12 meses. O fundo é um FII de fundos de papel, administrado pelo BTG Pactual desde março de 2021. Já o AJFI11 distribuirá R$ 0,05 por cota, com DY de 0,61% no período e 8,48% em 12 meses; é um fundo focado em shopping centers, administrado pela XP Investimentos.
O GAME11, de perfil misto, pagará R$ 0,09 por cota referente a dezembro, com dividend yield de 1,04% no mês e 12,53% em 12 meses. Constituídos entre 2019 e 2022, os fundos que pagam hoje apresentam variedade de estratégias, gestoras e administradores, refletindo a diversidade do segmento e sua capacidade de atender diferentes perfis de risco.
Rumo ao topo da lista, o RZAK11 distribuirá R$ 1,10 por cota, com DY de 1,32% no mês e 16,43% em 12 meses. O MANA11 pagará R$ 0,11 por cota, com DY de 1,19% no período e 14,01% em 12 meses. O RZAT11, por sua vez, distribuirá R$ 0,95 por cota, com DY de 1,07% no período e 13,67% acumulado em 12 meses.
Além do crédito automático, vale lembrar que os rendimentos de FIIs para pessoas físicas são isentos de Imposto de Renda, o que reforça a atratividade dos proventos. Entre as estratégias, os fundos de papel investem em títulos do mercado imobiliário, enquanto os fundos de tijolo priorizam imóveis físicos; os fundos mistos combinam ambas as abordagens para diversificar risco e retorno dentro do universo de fundos imobiliários.