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Com yield mensal de 1,34%, RZAG11 divulga resultados de maio; confira

Com yield mensal de 1,34%, RZAG11 divulga resultados de maio; confira
Crédito Privado. Foto: Suno/Banco

O Fiagro Riza Terrax (RZAG11) registrou resultado de R$ 6,696 milhões em maio, valor inferior ao do mês anterior. As receitas totalizaram R$ 7,824 milhões e as despesas somaram R$ 762 mil no período, segundo informe gerencial.

O resultado mensal correspondeu a R$ 0,1123 por cota, enquanto a distribuição foi de R$ 0,1200 por cota. A diferença consumiu R$ 0,0216 por cota do resultado acumulado. O pagamento equivaleu a dividend yield mensal de 1,34%, e os rendimentos acumulados em 12 meses representam yield de 17,27%.

Principais destaques:

  • Resultado de R$ 6,696 milhões em maio; R$ 0,1123 por cota
  • Distribuição de R$ 0,1200 por cota; DY de 1,34% no mês
  • Yield de 12 meses em 17,27%
  • Cota patrimonial a R$ 9,73; PL de R$ 663,773 milhões e 89.255 cotistas
  • Cota de mercado a R$ 8,98; P/VP de 0,92x; liquidez média diária de R$ 1,620 milhão
  • Carteira com 38 ativos; 94,44% originados pela gestão; 100% indexada ao CDI
  • Alocação em 102,27% do PL; spread médio de CDI + 4,52%; duration de 2,10 anos
  • Garantias: 89% aval + alienação fiduciária de terras e 11% outras estruturas

A cota patrimonial encerrou maio em R$ 9,73, com patrimônio líquido de R$ 663,773 milhões e base de 89.255 cotistas. No mercado secundário, a cota terminou o mês em R$ 8,98, resultando em P/VP de 0,92x. A liquidez média diária ficou em R$ 1,620 milhão. P/VP é a relação entre preço de mercado e valor patrimonial por cota.

A carteira soma 38 ativos, 100% indexados ao CDI (taxa interbancária de referência). Desse total, 94,44% foram originados pela própria gestão. A alocação atingiu 102,27% do patrimônio líquido, com spread médio de CDI + 4,52% e duration média de 2,10 anos, que indica a sensibilidade do portfólio ao prazo das operações. As garantias concentram-se em estruturas com aval combinado à alienação fiduciária de terras (89%) e outras modalidades (11%).

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A distribuição de R$ 0,12 por cota no mês, acima do resultado de R$ 0,1123 por cota, foi coberta parcialmente pelo resultado acumulado, reduzido em R$ 0,0216 por cota. O dividend yield mensal foi de 1,34%, com yield de 17,27% em 12 meses, métrica que relaciona os proventos pagos ao preço de mercado no período.

A gestão mantém foco em alocações a produtores rurais com relacionamento de longo prazo. Diante do ambiente de crédito mais restrito, volatilidade de preços de insumos e compressão de margens, a estratégia tem priorizado o reinvestimento do principal em operações vigentes com perfil de risco-retorno semelhante ao da carteira atual.

No caso da Uniggel Sementes, o fundo acompanha o processo de recuperação judicial e atua na execução da garantia via alienação fiduciária de terras, conforme o cronograma previsto. A exposição à Uniggel, desde janeiro, não entra no cálculo do resultado do fundo e não impacta o nível de dividendos hoje distribuído.

Na outra ponta, a gestão ampliou a posição no CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio) da Agrogar Agropecuária para cerca de R$ 30 milhões, remunerado a CDI + 6,50%. Segundo o informe, a operação apresenta spread compatível com o perfil de risco do portfólio, com potencial de aumento da exposição para R$ 35 milhões.

No retrato setorial, a carteira é diversificada por culturas agrícolas. A soja representa 43% da alocação, seguida por sementes de soja (19%), milho (13%) e algodão (7%). Sementes de pastagem e sorgo somam 5%, enquanto outros cultivos respondem pelos 5% restantes.

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Por estratégia, 82% do portfólio está direcionado a investimentos de longo prazo, 14% ao custeio de safra e 4% permanece em caixa. A gestão manteve o monitoramento do portfólio como prioridade, em linha com as condições de mercado e a necessidade de preservar a qualidade do crédito.

Composição e estratégia do RZAG11

A carteira do fundo permanece 100% atrelada ao CDI, com garantia preponderante em estruturas reais (alienação fiduciária de terras) e predominância de operações originadas internamente. Esse desenho busca manter o retorno acima do CDI por meio do spread médio de 4,52% ao ano, com duration de 2,10 anos.

Os movimentos recentes — redução do resultado em maio, manutenção de distribuição e realocação para operações com spreads maiores — refletem a postura de ajuste tático dentro dos limites de risco, sem alterar a diretriz central de crédito do agronegócio.

Na primeira menção no texto: O Fiagro RZAG11 reportou os principais indicadores operacionais e de distribuição, com foco em alocação a instrumentos de crédito vinculados ao agronegócio, todos referenciados ao CDI. Os rendimentos do RZAG11 seguem apoiados por uma carteira diversificada por culturas e estratégias, com garantias robustas em ativos reais.

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