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IFIX recua para 3.824,21 pontos e fecha em queda de 0,23%

IFIX recua para 3.824,21 pontos e fecha em queda de 0,23%
Foto: Suno/Banco

O IFIX encerrou o pregão desta terça-feira (16) aos 3.824,21 pontos, queda de 0,23% em relação ao fechamento anterior, uma perda de 8,94 pontos ante os 3.833,15 pontos da sessão passada. Principal índice de fundos imobiliários da B3, o indicador abriu próximo da estabilidade, em 3.833,11 pontos, mas virou para o negativo e manteve viés de baixa até o fim do dia.

Ao longo da sessão, o índice oscilou entre a máxima intradiária de 3.839,27 pontos e a mínima de 3.822,09 pontos. Mesmo com o recuo, o IFIX permanece acima do patamar de 3.800 pontos e segue 120,17 pontos abaixo da máxima de 52 semanas, de 3.944,38 pontos. Na comparação com a mínima de 52 semanas, de 3.402,09 pontos, o indicador acumula alta de 422,12 pontos.

  • Fechamento: 3.824,21 pontos (-0,23%); variação absoluta de -8,94 pontos
  • Abertura: 3.833,11 pontos; máxima: 3.839,27; mínima: 3.822,09
  • 52 semanas: 120,17 pontos abaixo da máxima (3.944,38) e 422,12 acima da mínima (3.402,09)
  • Maiores volumes: CPTS11 (Capitania Securities II), R$ 1,73 mi (-1,34%); GARE11 (Guardian Logística), R$ 1,59 mi (-0,25%); SNEL11 (Suno Energias Limpas), R$ 1,39 mi (+0,36%)
  • Outros destaques: GGRC11 (GGR Covepi Renda), R$ 1,23 mi (-0,5%); MXRF11 (Maxi Renda), R$ 1,22 mi (estável)
  • Altas do dia: BLMG11 (Bluemacaw Logistica), +3,07% (R$ 31,57); KIVO11 (Kilima Volkano Recebíveis Imobiliários), +2,18% (R$ 59,98)

Desempenho do IFIX no pregão

O IFIX iniciou o dia praticamente estável, mas passou a operar no campo negativo ainda no início do pregão. A amplitude intradiária ficou limitada, com a mínima em 3.822,09 pontos e a máxima em 3.839,27 pontos, refletindo um dia de variação moderada e sem reversão do viés de baixa estabelecido após a abertura.

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Mesmo com a queda na sessão, o índice mantém-se acima do nível de 3.800 pontos. Considerando o intervalo de 52 semanas, permanece 120,17 pontos abaixo do topo de 3.944,38 pontos. Em relação ao piso do período, de 3.402,09 pontos, o indicador exibe recuperação acumulada de 422,12 pontos.

Esse comportamento sugere um movimento de consolidação recente dentro da faixa entre 3.800 e 3.900 pontos, após a recuperação verificada desde a mínima de 52 semanas. O desempenho agregado reflete as variações dos fundos imobiliários que compõem a carteira teórica do índice, ponderados por liquidez e valor de mercado.

Maiores volumes e altas no IFIX

Entre os fundos com maior giro financeiro na sessão, o CPTS11 (Capitania Securities II) liderou em volume negociado, com R$ 1,73 milhão e baixa de 1,34% no dia. Na sequência, o GARE11 (Guardian Logística) movimentou R$ 1,59 milhão, com recuo de 0,25%. O SNEL11 (Suno Energias Limpas) registrou R$ 1,39 milhão em negócios e alta de 0,36%.

Outros fundos também figuraram entre os destaques por volume. O GGRC11 (GGR Covepi Renda) somou R$ 1,23 milhão, com queda de 0,5% na sessão. O MXRF11 (Maxi Renda), por sua vez, movimentou R$ 1,22 milhão e encerrou o dia estável, sem variação percentual.

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No campo das maiores altas, o BLMG11 (Bluemacaw Logistica) avançou 3,07% e fechou cotado a R$ 31,57, desempenho que o colocou no topo dos ganhos do dia entre os fundos imobiliários negociados. A segunda maior valorização foi do KIVO11 (Kilima Volkano Recebíveis Imobiliários), com alta de 2,18%, terminando o pregão a R$ 59,98.

Os dados de volume e variação dos principais fundos negociados ajudam a explicar a trajetória do índice na sessão. Movimentos negativos em papéis de grande liquidez, como CPTS11 e GARE11, contribuíram para a pressão de baixa. Em contrapartida, as altas de BLMG11 e KIVO11 atenuaram parcialmente o recuo do indicador, sem, no entanto, alterar a tendência do dia.

No acumulado recente, a manutenção do IFIX acima de 3.800 pontos, combinada com a distância para os extremos de 52 semanas, sinaliza que o índice segue operando dentro de uma banda de oscilação estreita. A evolução dessa faixa dependerá do comportamento das cotas com maior peso e liquidez na carteira, além de fatores de mercado que impactam o segmento de fundos imobiliários, como condições de crédito e expectativas para a taxa de juros.



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