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IFIX sobe 0,43% e fecha no topo do dia aos 3.884,76 pontos

IFIX sobe 0,43% e fecha no topo do dia aos 3.884,76 pontos
Foto: Suno/Banco

O IFIX fechou a sexta-feira (15) em 3.884,76 pontos, alta de 0,43%, após oscilar entre 3.864,85 na mínima e 3.884,76 na máxima, encerrando no topo do dia. O movimento consolidou a recuperação vespertina e manteve o índice próximo da máxima de 52 semanas, em 3.944,38 pontos, reforçando o viés positivo recente do mercado de FIIs.

Apesar do avanço diário, o IFIX acumulou queda semanal de 0,95%, saindo de 3.922,13 para 3.884,76 pontos. A performance intrassemanal negativa refletiu ajustes pontuais e realização de lucros, enquanto o fechamento de hoje sinalizou resiliência dos investidores em meio a um ambiente seletivo de risco.

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Entre os destaques de liquidez, o MXRF11 liderou o volume do pregão, com R$ 1,47 milhão e leve baixa de 0,20%. Na sequência, CPTS11 movimentou R$ 1,24 milhão, recuando 0,26%, enquanto GARE11 subiu 1,33% com R$ 1,2 milhão, evidenciando apetite por nomes logísticos e de recebíveis em um pregão misto.

O CACR11 figurou como a maior alta do dia, saltando 7,88% e fechando a R$ 39, beneficiado por fluxo comprador concentrado. Em segundo lugar entre as valorizações, o TGAR11 avançou 5,02% para R$ 66,68, ajudando a contrabalançar quedas em outros papéis e sustentando o tom positivo do fechamento.

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Por outro lado, o TOPP11 registrou a pior queda do pregão, recuando 2,04% e terminando a R$ 65,10, seguido por GTWR11, que cedeu 1,42% e fechou em R$ 79,85. As perdas pontuais ilustram a rotação setorial e a seletividade dos investidores diante de diferentes teses e prazos de distribuição de rendimentos.

Com o avanço de hoje, o índice de fundos imobiliários segue perto dos maiores patamares do ano, sustentado por expectativas de estabilidade no custo de capital e melhora gradual de indicadores setoriais. A composição das negociações — com MXRF11, CPTS11 e GARE11 entre os mais líquidos — aponta para um mercado atento à qualidade de crédito, gestão ativa e portfólios logísticos, enquanto ganhos expressivos de CACR11 e TGAR11 reforçam o apetite por risco moderado. Ao final, o IFIX confirma tração de curto prazo, ainda que com correções na semana.

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