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FII AZPL11 lucra R$ 3,72 milhões e aumenta dividendos para julho

FII AZPL11 lucra R$ 3,72 milhões e aumenta dividendos para julho
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário AZPL11 anunciou a distribuição de R$ 0,085 por cota referente aos resultados de junho, valor superior ao mês anterior. O fundo reportou resultado de R$ 3,72 milhões e patrimônio líquido de R$ 359,6 milhões, mantendo a estratégia de diversificação entre ativos logísticos e recebíveis.

O portfólio imobiliário permaneceu com 100% de ocupação, com vacância física e financeira zeradas. Os dois galpões, situados em Cajamar e Jandira, seguiram integralmente locados no período.

Na renda fixa, a alocação em recebíveis encerrou junho com R$ 233,6 milhões e segue como 65% do patrimônio do fundo. A gestora manteve a estratégia de aportes em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com recursos de operações compromissadas.

  • Rendimento: R$ 0,085 por cota referente a junho
  • Resultado: R$ 3,72 milhões; patrimônio líquido: R$ 359,6 milhões
  • Valor patrimonial por cota (VPC): R$ 8,58
  • Base de investidores: 5.880 cotistas, com entrada de 111 no mês
  • Portfólio logístico: 100% de ocupação em Cajamar e Jandira
  • Carteira de crédito: 65% do PL; R$ 233,6 milhões
  • CRI vinculado ao ativo de Jandira: saldo devedor atualizado em R$ 19,9 milhões
  • Remuneração média da carteira de crédito: CDI + 3,00% a.a. e IPCA + 10,90% a.a.

O valor patrimonial da cota fechou junho em R$ 8,58. A base de cotistas permaneceu em expansão, somando 5.880 investidores, com 111 novos entrantes no período.

No segmento imobiliário, a ocupação total dos galpões foi mantida. A vacância física e financeira ficou zerada, assegurando a estabilidade da geração de renda dos contratos de locação.

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Na frente de crédito, a alocação foi mantida sem mudanças relevantes em junho. A gestora informou novos aportes em CRIs com capital proveniente de operações compromissadas, modalidade de curto prazo lastreada em títulos.

Essas movimentações buscaram otimizar o caixa e manter o nível de distribuição, sem alterar o perfil de risco da carteira. O fundo segue com posicionamento majoritário em recebíveis, complementado pelos ativos logísticos.

Carteira de crédito do AZPL11 e perspectivas de rentabilidade

De acordo com o relatório gerencial, o AZPL11 deve realizar novas movimentações na carteira de crédito nos próximos meses. O objetivo é elevar a rentabilidade dos ativos e sustentar os resultados futuros.

A carteira combina investimentos diretos em CRIs e exposições indiretas por meio do FII AZPE. A remuneração média informada é de CDI + 3,00% ao ano e IPCA + 10,90% ao ano, indicando diversidade de indexadores e prazos.

O saldo devedor do CRI atrelado ao ativo de Jandira encerrou junho em R$ 19,9 milhões. Esse título compõe a parcela de recebíveis lastreada em contratos do portfólio do fundo, contribuindo para a previsibilidade de fluxo.

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Na parte imobiliária, a gestora destacou revisões contratuais já negociadas com os locatários. Esses ajustes devem começar a produzir efeitos nos próximos meses, com impacto gradual nas receitas de aluguel.

Operacional, rendimentos e base de investidores do AZPL11

Os rendimentos do fundo seguem sustentados pela combinação entre a renda dos galpões e o retorno da carteira de recebíveis. Segundo o relatório, os dividendos permanecem estáveis e alinhados às expectativas da gestão.

Em junho, o AZPL11 registrou resultado de R$ 3.721.281. A estratégia permanece focada na diversificação entre ativos logísticos e CRIs, buscando crescimento gradual da rentabilidade e estabilidade na distribuição.

A base de investidores avançou para 5.880 cotistas, reforçando a liquidez e a pulverização da base. A manutenção da ocupação integral e a execução das revisões contratuais são pontos de acompanhamento para os próximos meses.

A gestora reitera que a alocação em CRIs utilizou recursos de operações compromissadas. Essa abordagem visa eficiência no uso de caixa sem comprometer o perfil de risco do portfólio.

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Com VPC em R$ 8,58, o fundo segue monitorando oportunidades na renda fixa e no mercado de locação. O foco permanece na resiliência operacional e na consistência do resultado por cota.

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