Os dividendos do VGHF11 foram mantidos em R$ 0,07 por cota para maio de 2026, repetindo o valor distribuído desde novembro de 2025. O pagamento ocorrerá em 8 de junho de 2026, para investidores com posição até o fim do pregão de 29 de maio. Com base na cotação de fechamento de abril (R$ 6,23), o rendimento equivale a um Dividend Yield mensal aproximado de 1,12%, isento de IR para pessoas físicas conforme a legislação vigente.
A estabilidade dos proventos reflete a disciplina na alocação e no controle de riscos do fundo. Em abril, as carteiras passaram por ajustes pontuais, preservando liquidez e calibrando exposição a crédito e FIIs listados. O foco em ativos-alvo permaneceu elevado, sustentando a previsibilidade dos fluxos de caixa e, consequentemente, dos proventos mensais.
Na carteira VALOR, o fundo imobiliário VGHF11 executou vendas líquidas de R$ 730 mil, concentradas em cotas de FIIs líquidos. Com isso, a participação dessa estratégia ficou em 52,5% dos ativos-alvo, levemente abaixo dos 53,0% observados no mês anterior, sinalizando realocação marginal em direção a crédito e oportunidades táticas.
A carteira RENDA apresentou compras de R$ 23 milhões, com destaque para R$ 20,8 milhões no CRI Helbor 86E, enquanto as vendas somaram R$ 13 milhões em CRIs e FIIs líquidos. O ajuste elevou a participação da estratégia para 47,5% dos ativos-alvo, frente aos 47,0% de março, reforçando a geração de caixa contratada.
Com 103,5% do patrimônio líquido alocado em ativos-alvo, o fundo fechou abril distribuído em 137 posições, totalizando R$ 1,453 bilhão. Havia R$ 42,8 milhões em compromissadas reversas de CRIs (3,0% do PL), a CDI + 0,84% ao ano, instrumento que apoia a gestão tática de liquidez sem comprometer a política de distribuição.
Na alocação por tipo, FIIs lideraram com 55,5% dos ativos-alvo, seguidos por CRIs (28,5%) e SPEs (14,3%). Por estratégia, ativos líquidos (FIIs e ações) representaram 38,1%; ilíquidos (FIIs, SPEs e FIDC Sub), 32,4%; e crédito (CRIs e FIDC Sênior), 29,5%. A manutenção dos rendimentos do VGHF11 em R$ 0,07 por cota evidencia consistência e diversificação como pilares do portfólio.