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VGHF11 mantém R$ 0,07 por cota e yield de 1,03% em abril

VGHF11 mantém R$ 0,07 por cota e yield de 1,03% em abril
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário VGHF11 confirmou o pagamento de R$ 0,07 por cota em abril de 2026, mantendo a consistência da distribuição mensal iniciada em novembro de 2025. A data-base para receber o provento é 30 de abril de 2026 e o pagamento ocorrerá em 8 de maio. Considerando a cotação de fechamento de R$ 6,80 no fim de abril, o dividend yield mensal estimado é de 1,03%.

Com a manutenção da política de distribuição, o dividendo do VGHF11 reflete a estabilidade operacional do fundo e sua capacidade de geração de caixa recorrente. O yield de 1,03% no mês, embora sujeito a variações de cotação, reforça a atratividade do veículo para investidores que buscam renda periódica.

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Principais dados do anúncio: valor por cota de R$ 0,07, data-base em 30/04/2026, pagamento em 08/05/2026 e dividend yield mensal aproximado de 1,03% com base no preço de R$ 6,80. Esses indicadores oferecem referência objetiva para avaliação tática e de fluxo de caixa.

O FII VGHF11 adota estratégia diversificada no mercado imobiliário, combinando ações e debêntures do setor, participações em SPEs, cotas de FIIs, além de FIP e FIA imobiliários. A alocação também inclui CRIs, FIDCs, letras hipotecárias, LCIs, LIGs e CEPACs, sempre alinhados à política de investimento do regulamento.

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Em março de 2026, o fundo mantinha 102,7% do patrimônio líquido alocado em ativos-alvo, distribuídos em 138 posições que totalizam R$ 1,463 bilhão. Complementarmente, detinha R$ 50,0 milhões em operações compromissadas reversas lastreadas em CRIs, cerca de 3,5% do PL, remuneradas a CDI + 0,84% ao ano.

A distribuição referente a março, paga em abril, correspondeu a IPCA + 5,5% ao ano líquido, considerando a cota patrimonial do mês de referência. Nos últimos 12 meses, o fundo distribuiu R$ 0,96 por cota, equivalente a 11,8% ao ano, ou IPCA + 7,0% ao ano, sinalizando resiliência no cenário de juros e inflação.

Em março, a cota patrimonial recuou R$ 0,08 por cota, acompanhando a fraqueza dos fundos imobiliários no período e a queda de 1,05% do IFIX. O fundo encerrou o mês com 383.457 cotistas e liquidez média diária de R$ 2,6 milhões, mostrando base ampla de investidores e negociação consistente no mercado secundário, fatores que sustentam a atratividade do VGHF11.

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