O fundo imobiliário SNME11 aprovou a distribuição de R$ 0,22 por cota em rendimentos referentes ao resultado de junho de 2026. O pagamento, o maior da história do FII, ocorrerá em 24 de julho, para investidores com cotas ao fim do pregão de 15 de julho.
Com base no preço de fechamento de 30 de junho, de R$ 9,40 por cota, o valor anunciado corresponde a um dividend yield mensal de 2,34%. Os proventos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, conforme a legislação vigente, e refletem o desempenho do fundo no mês.
- Distribuição: R$ 0,22 por cota, com pagamento em 24 de julho.
- Data de corte: 15 de julho; maior distribuição histórica do FII.
- Referência de preço: R$ 9,40 (30/6); yield mensal de 2,34%.
- Isenção de IR para pessoas físicas, conforme regras aplicáveis.
- Consolidação: incorporação de KISU11 aprovada; fusão com SNFF11 prevista.
- Potencial de patrimônio líquido acima de R$ 800 milhões após as operações.
- Maio: resultado aproximado de R$ 655 mil; caixa em 19% do portfólio.
- Alocação: FIIs 68%; CRIs 12%; demais em caixa.
- Indicadores de maio: cota de mercado a R$ 9,50; valor patrimonial por cota a R$ 9,43; P/VP de 1,01 vez.
- Estratégias: arbitragem com RBVA11 (+R$ 50 mil em maio; +R$ 650 mil no 1º semestre, ~R$ 0,08/cota) e investimento de ~R$ 3 milhões em RELG11.
Distribuição de rendimentos do SNME11 e yield mensal
O pagamento de R$ 0,22 por cota será efetuado em 24 de julho, considerando como base os detentores registrados até o término do pregão de 15 de julho. A referência de cálculo do retorno foi o fechamento da cota em 30 de junho, a R$ 9,40.
O dividend yield mensal de 2,34% resulta da relação entre o montante distribuído e o preço da cota no período de referência. Trata-se de um indicador de rentabilidade corrente, utilizado para dimensionar o retorno proporcional ao capital investido, sem considerar eventuais variações no preço de mercado.
Os proventos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que observados os critérios legais aplicáveis aos fundos imobiliários listados. A distribuição decorre do resultado apurado ao longo de junho.
SNME11: consolidação com KISU11 e operações em maio
Em maio, os cotistas aprovaram a incorporação do KISU11. A gestão também planeja a fusão com o SNFF11, etapa que, somada, deve elevar o patrimônio líquido do veículo para acima de R$ 800 milhões. A estratégia de consolidação busca ampliar escala, liquidez e capacidade de alocação em diferentes classes de ativos imobiliários.
No mesmo mês, o fundo reportou resultado de aproximadamente R$ 655 mil e manteve foco em geração de valor combinando renda recorrente e operações estruturadas. O FII encerrou o período com caixa robusto, em torno de 19% do portfólio, com a indicação de que a reserva será utilizada para capturar oportunidades em um cenário de maior volatilidade para ativos listados.
A carteira terminou maio distribuída majoritariamente em FIIs (68%), com 12% em CRIs — Certificados de Recebíveis Imobiliários, títulos de renda fixa lastreados em créditos do setor — além da posição de caixa. Entre os principais indicadores, a cota de mercado fechou em R$ 9,50, enquanto o valor patrimonial por cota ficou em R$ 9,43. O P/VP, métrica que relaciona o preço de mercado ao valor patrimonial, foi de 1,01 vez, sinalizando cota próxima ao seu valor contábil.
No âmbito tático, o fundo concluiu em maio a estratégia de arbitragem envolvendo o RBVA11, que gerou aproximadamente R$ 50 mil em ganho de capital no mês. No acumulado do primeiro semestre, essa arbitragem somou cerca de R$ 650 mil ao resultado, equivalente a aproximadamente R$ 0,08 por cota.
A gestão também alocou cerca de R$ 3 milhões em cotas do RELG11, movimento associado à reorganização societária aprovada pelo FII investido. Segundo a gestora, os impactos esperados dessa operação serão detalhados no relatório gerencial de junho.