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SNFF11 lucra 12,2% mais, paga dividendos de 1,47% ao mês e reforça estratégia; veja

SNFF11 lucra 12,2% mais, paga dividendos de 1,47% ao mês e reforça estratégia; veja
SNFF11 tem lucro 12,2% maior e paga dividendos de 1,47% ao mês

O SNFF11 apurou resultado distribuível de R$ 2,95 milhões em novembro, equivalente a R$ 0,73 por cota, um avanço de 12,2% frente a outubro. Os cotistas receberam dividendos de R$ 1,10 por cota, pagos em 23 de dezembro, o que, com base no fechamento da Data Com de 15 de dezembro, significou rendimento mensal de 1,47%. A gestão mantém reserva acumulada próxima de R$ 0,02 por cota para sustentar a consistência das distribuições ao longo dos próximos meses.

As receitas foram puxadas majoritariamente pelos rendimentos de FIIs em carteira, somando cerca de R$ 3,0 milhões. Itens acessórios incluíram dividendos de ações, perto de R$ 47 mil, e renda fixa do caixa, em torno de R$ 99 mil. A gestão indica expectativa de manter a distribuição do resultado recorrente, podendo adicionar ganhos de capital conforme oportunidades surgirem e até a conclusão da fusão com o SNME11.

Perspectivas e estratégia do SNFF11

A gestão do SNFF11 reforça que seguirá priorizando eficiência de caixa e reciclagem de posições para capturar assimetrias no mercado secundário. O foco permanece em ativos com desconto relevante frente ao valor patrimonial e liquidez adequada para executar ajustes táticos. Ganhos extraordinários poderão complementar o rendimento, sem comprometer a política de distribuição do resultado recorrente.

Em outubro, a Assembleia Geral Extraordinária aprovou a incorporação do fundo ao SNME11, um veículo multiestratégia classificado como Hedge Fund e gerido pela Suno Asset. A operação deve ser efetivada ao longo do primeiro semestre de 2026, enquanto o restante de 2025 será dedicado à estruturação de teses estratégicas que tragam benefícios ao portfólio consolidado. A fusão tende a ampliar o leque de estratégias e a escala operacional.

No mês, houve ajustes de carteira para elevar a liquidez. O fundo imobiliário SNFF11 vendeu aproximadamente R$ 5 milhões em cotas de FIIs com maior liquidez, priorizando papéis com preços considerados mais ajustados no secundário. Os recursos reforçaram o caixa e abriram espaço para novas alocações em ativos com melhor relação risco-retorno, preservando a disciplina na execução.

A gestão ampliou a exposição ao PATL11, do segmento industrial e logístico, por enxergar o ativo negociando com desconto excessivo frente aos fundamentos. Também houve participação na primeira emissão do CVFL11, somando R$ 8 milhões, sinalizando busca ativa por oportunidades no primário de FIIs. Com isso, o SNFF11 segue implementando uma estratégia balanceada entre geração recorrente de renda e potencial de valorização.

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