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SNCI11 encerra desalavancagem e avança entre destaques do IFIX

SNCI11 encerra desalavancagem e avança entre destaques do IFIX
Foto: Suno/Banco

O SNCI11 consolidou sua posição entre os FIIs de melhor desempenho no IFIX em 2026, acumulando valorização superior a 10% no ano. O avanço reflete a conclusão do processo de desalavancagem e a melhora gradual da percepção de risco da carteira de crédito do fundo, em um ambiente de juros ainda volátil. Em março, a rentabilidade ajustada alcançou 1,64%, superando o IFIX e o índice de FIIs de papel.

No mês, a gestão confirmou o encerramento oficial da desalavancagem, passando a operar com alavancagem líquida negativa de 1,35% do patrimônio líquido. Na prática, o fundo tornou-se credor líquido, ampliando a flexibilidade para realocações táticas e novas oportunidades no mercado de crédito imobiliário. A manutenção da distribuição de R$ 1,00 por cota reforça a resiliência do caixa operacional.

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Entre os destaques, o fundo registrou performance patrimonial positiva de 0,05% no período, mesmo com a abertura da curva de juros pressionando a marcação a mercado dos CRIs. A cota patrimonial foi ajustada para R$ 97,48, sinalizando estabilidade do portfólio diante da volatilidade. O resultado acumulado até o fim de março somou R$ 0,26 por cota.

Desempenho e distribuição do SNCI11 em março

A estratégia de manter proventos alinhados ao guidance do 2º trimestre de 2026 foi preservada, com distribuição de R$ 1,00 por cota.

O fundo figurou na sétima posição entre os maiores retornos do IFIX até 31 de março, atrás de TRBL11 (15,78%), OUJP11 (13,20%) e KNRI11 (11,43%). Esses comparativos reforçam a capacidade do veículo em atravessar cenários desafiadores.

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Gestão ativa e oportunidades no crédito

A gestão seguiu ativa, com cerca de R$ 22,5 milhões em compras e R$ 10,7 milhões em vendas de ativos, além da liquidação antecipada do CRI AXS. A conclusão da desalavancagem é vista pela gestora como um marco estratégico, ampliando o fôlego para capturar spreads atrativos e melhorar o perfil de risco-retorno da carteira.

Nos últimos seis meses, o SNCI11 acumulou rentabilidade próxima de 15,5%, superando benchmarks relevantes do setor. O resultado é sustentado pela estabilidade dos dividendos, pela disciplina na alocação e pela evolução dos processos de recuperação de crédito, consolidando o fundo entre as referências do segmento em 2026.

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