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SNAG11 abre sobras na 5ª emissão com desconto e metas

SNAG11 abre sobras na 5ª emissão com desconto e metas
Foto: Suno/Banco

O SNAG11 iniciou a fase de sobras de sua quinta emissão, destinada exclusivamente aos cotistas com posição na data-base de 3 de março que desejam adquirir cotas remanescentes. Nesta etapa, é possível comprar cotas adicionais que não foram totalmente subscritas durante o período de exercício do direito de preferência, ampliando a participação no fundo com condições diferenciadas.

A captação faz parte de uma estratégia mais ampla, com meta de levantar até R$ 618,9 milhões para expandir o portfólio nas cadeias do agronegócio. O período de reservas de sobras permanece aberto até 8 de abril, com liquidação programada para 14 de abril, mantendo o cronograma da oferta.

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O preço de subscrição foi definido em R$ 10,50 por cota, incluindo custos da operação, com desconto frente ao valor de mercado que encerrou março em R$ 10,79. A emissão prevê a distribuição de mais de 60 milhões de novas cotas, reforçando liquidez e base de investidores.

Alocação do SNAG11 prioriza CRAs

A alocação prioriza Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs), alinhada a uma estratégia de diversificação e geração de renda recorrente. O objetivo é equilibrar risco e retorno, preservando a qualidade de crédito da carteira e alongando prazos quando adequado.

O SNAG11 projeta praticamente dobrar seu patrimônio com a nova captação, superando R$ 1,2 bilhão após a conclusão da oferta. O número de ativos deve aumentar de 12 para 31, e a diversificação setorial, de 6 para 16 segmentos, diluindo riscos e fortalecendo a resiliência do portfólio.

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A gestão indica manter carrego atrativo, com retornos superiores ao CDI, impulsionando a capacidade de distribuição de rendimentos. Além de CRAs, a estratégia contempla exposição seletiva a Fiagros e ações do agronegócio, ampliando fontes de retorno.

Como funciona o período de sobras

No período de sobras, cotas não subscritas no direito de preferência retornam ao mercado para os investidores elegíveis que já exerceram seu direito inicial. O mecanismo assegura o aproveitamento máximo da oferta pelos cotistas, permitindo aquisição adicional além da alocação inicial.

Em fevereiro, o fundo distribuiu R$ 0,15 por cota, mantendo consistência com a evolução do lucro acumulado e resultado mensal de R$ 5,77 milhões. A gestão manteve distribuições acima do lucro mensal para reduzir reservas, que ficaram em R$ 0,12 por cota após o pagamento. A base superou 123 mil cotistas, reforçando a proposta de democratizar o investimento no setor.

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