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RZAT11 salta 68,38% em janeiro e paga R$ 0,95 por cota

RZAT11 salta 68,38% em janeiro e paga R$ 0,95 por cota
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário RZAT11 iniciou 2025 com forte aceleração de resultados. Em janeiro, o fundo apurou R$ 3,934 milhões, alta de 68,38% frente a dezembro, sustentada por receitas totais de R$ 4,429 milhões e despesas de R$ 495,3 mil. O desempenho reflete a maior eficiência operacional e o efeito inflacionário nos contratos atrelados ao IPCA, além da contribuição de novas operações.

Com base nesse resultado, os cotistas receberam R$ 0,95 por cota em fevereiro, em linha com o que já havia sido sinalizado. A gestão também preservou R$ 0,17 por cota em caixa para suavizar oscilações futuras, reforçando a disciplina de capital e a previsibilidade dos pagamentos mensais.

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Principais destaques do mês:

  • Resultado líquido 68,38% superior ao anterior
  • Receita total de R$ 4,429 milhões
  • Distribuição de R$ 0,95 por cota
  • Reserva de R$ 0,17 por cota

Política de proventos e previsibilidade

A gestão do fundo imobiliário RZAT11 mantém política de retenção para reduzir a volatilidade dos proventos e aumentar a visibilidade dos fluxos. A faixa indicada de distribuição recorrente é de R$ 0,95 a R$ 1,05 por cota, calibrada principalmente pelo componente inflacionário da carteira. As estimativas consideram dados atuais e podem ser ajustadas após a divulgação oficial do IPCA.

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O RZAT11 busca superar o benchmark de IPCA + 5,0% ao ano por meio de aquisições corporativas estruturadas, priorizando operações de sale leaseback com contratos de longo prazo. O portfólio é concentrado em ativos industriais, logísticos e comerciais de setores resilientes, com 10 imóveis locados a nove inquilinos e contratos, em média, a IPCA + 10,0% ao ano. Os ativos foram adquiridos por R$ 405 milhões e atingiram valor estimado de R$ 1,04 bilhão na última avaliação.

Nova alocação e reciclagem de ativos

Em janeiro, o fundo RZAT11 ampliou a exposição com a compra da garagem da Rápido Araguaia, em Goiânia, via sale leaseback com opção de recompra. A transação foi de R$ 30 milhões, com desconto de 39% sobre o valor de mercado, e remuneração de IPCA + 14,0% ao ano. Hoje, 89% do patrimônio está na estratégia principal, com o saldo em caixa para oportunidades.

A combinação de contratos indexados, desconto de entrada em novas aquisições e gestão ativa favorece a continuidade dos proventos. A reserva em caixa de R$ 0,17 por cota reforça o compromisso com distribuição estável, enquanto a reciclagem do portfólio busca contratos mais atrativos no cenário atual das NTN-B. Assim, o fundo imobiliário segue bem posicionado para sustentar rendimentos entre R$ 0,95 e R$ 1,05 por cota.

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