FIIs

RBRX11 eleva resultado, mantém R$ 0,09 e reforça CRIs

RBRX11 eleva resultado, mantém R$ 0,09 e reforça CRIs
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário RBRX11 reportou resultado distribuível de R$ 11,414 milhões em abril, alta de 19,7% frente a março, e manteve dividendos de R$ 0,09 por cota, em linha com a média dos últimos 12 meses. O desempenho decorre da alocação em ativos de renda previsível e da disciplina na gestão de caixa, reforçando a consistência do fluxo mensal ao cotista.

As receitas totalizaram R$ 9,844 milhões no período, ante despesas de R$ 1,07 milhão. A carteira prioriza geração recorrente, com destaque para FIIs e CRIs, enquanto a reserva foi utilizada de forma pontual para estabilizar os proventos. Assim, os rendimentos se sustentam mesmo diante de oscilações pontuais de mercado, preservando o perfil do produto.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/Banner-Materias-01-Dkp_-1420x240-1.png

A composição de receitas do RBRX11 incluiu contribuições de FIIs de R$ 5,8 milhões (cerca de R$ 0,04/cota) e CRIs de R$ 5,6 milhões (aprox. R$ 0,04/cota). Além disso, dividendos da Curva J do investimento em RDLI somaram R$ 2,2 milhões, reforçando o resultado de abril e a diversificação de fontes de caixa.

Para complementar os rendimentos do RBRX11, a gestão utilizou R$ 0,01 por cota da reserva, que encerrou abril com saldo de R$ 0,07 por cota. O dividend yield anualizado atingiu 12,3% sobre a cotação de fechamento e 11,0% sobre o valor patrimonial, patamares considerados competitivos para a classe de fundos de papel e híbridos.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/DT-PS-HOME-DE-ARTIGOS-1420x240-ID_01_x1.jpg

A administração destacou que os dividendos da operação RDLI reforçam a busca por ativos com fundamentos imobiliários sólidos. O objetivo é capturar oportunidades com potencial de TIR superior a 20% ao longo do ciclo, mantendo disciplina de risco e acompanhamento ativo das garantias e covenants.

RBRX11 amplia posição em CRIs com aportes de R$ 29,5 milhões

  • Em abril, o FII RBRX11 investiu R$ 29,5 milhões em CRIs, reduzindo caixa e elevando a exposição a ativos de maior rentabilidade. Os recursos foram distribuídos entre o CRI Pernambuco III (R$ 3,6 mi), Cone Refrigerado (R$ 22,9 mi) e Pernambuco Aurora (R$ 3,0 mi).
  • As taxas médias ficaram em IPCA + 11,5% a.a. e CDI + 5,09% a.a., alinhadas à meta de retorno da carteira de crédito. Após as compras, o caixa recuou para 4,3% do patrimônio líquido.

Patrimônio e composição da carteira do RBRX11

  • O patrimônio líquido do fundo RBRX11 fechou abril em R$ 1,439 bilhão (R$ 9,84/cota), enquanto o valor de mercado foi de R$ 1,286 bilhão (R$ 8,79/cota), com P/VP de 0,89x.
  • A alocação seguia concentrada em FIIs (55,7%) e CRIs (37,7%), com 1,3% em SPEs e 1,1% em imóveis, estratégia que busca equilíbrio entre risco, liquidez e retorno para sustentar o fluxo de renda no longo prazo.
Quer construir uma carteira de Fiis alinhada com os seus objetivos? Clique aqui e fale agora mesmo com um especialista.

Leia também