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MXRF11 tem maior lucro de 2026 e ajusta carteira de CRIs

MXRF11 tem maior lucro de 2026 e ajusta carteira de CRIs
Imagem gerada por IA

O MXRF11 reportou resultado de R$ 46,319 milhões em abril de 2026, o maior lucro do ano até então e com leve alta mensal. A receita total alcançou R$ 49,767 milhões, enquanto as despesas somaram R$ 3,448 milhões, sustentando margem robusta. Com base nesse desempenho, o fundo distribuiu R$ 0,10 por cota em 15 de maio, aos investidores posicionados ao final do pregão de 30 de abril.

A remuneração representou 88,05% do CDI no período, considerando a cota de fechamento de R$ 9,92. Com gross-up de 15%, o retorno atingiu 103,58% do CDI, reforçando a atratividade de renda no curto prazo para o cotista. A gestão destacou disciplina no repasse de resultados e na preservação do caixa operacional.

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Na carteira de certificados de recebíveis, o fundo imobiliário MXRF11 realizou vendas parciais nos CRIs República do Líbano, BRF Visa, Embraed e ArcelorMittal, apurando ganho de capital de R$ 2,4 milhões. O CRI Econ II foi pré-pago em abril. Em contrapartida, o fundo comprou R$ 10,0 milhões do CRI Econ e adicionou R$ 1,0 milhão ao CRI VCA Sênior, mantendo foco em crédito com perfil defensivo.

Além do crédito imobiliário, a gestão ampliou posições em FIIs. O principal movimento foi a subscrição de R$ 100 milhões no FII XPHR Sub, com expectativa de retorno acima de IPCA + 16% ao ano, destacando tese de alto spread real. Houve ainda investimento de R$ 15 milhões no LPLP11, ligado à parceria com a Direcional Engenharia, com rentabilidade preferencial de CDI + 3,00% ao ano.

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Com as movimentações, o fundo encerrou abril com R$ 612,93 milhões alocados em cotas de FIIs sob gestão própria. Três empreendimentos contribuíram para o caixa: Brooklin 2, Pinheiros 1 e Itaim Bibi distribuíram R$ 2,95 milhões. O Brooklin 2 também realizou devolução de capital de R$ 7 milhões, fortalecendo a liquidez do portfólio.

Na fotografia do mês, o fundo MXRF11 registrou valor de mercado de R$ 4,566 bilhões e 460,27 milhões de cotas em circulação, refletindo base de investidores pulverizada e liquidez consistente no secundário.

A carteira de CRIs mantém maior exposição ao residencial (31,10%), seguida por outros (24,69%) e varejo alimentício (21,81%). Varejo (7,41%), properties (6,13%), agronegócio (4,61%) e shoppings (4,25%) completam a distribuição. Por indexador, o IPCA representa 90,45% da carteira, o CDI 9,43% e o IGP-M 0,12%. Em séries, 92,16% são emissões únicas; senior, 7,76%; mezanino, 0,08%.

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