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IFIX avança 0,59% na segunda-feira; índice fecha quarto mês seguido em baixa

IFIX avança 0,59% na segunda-feira; índice fecha quarto mês seguido em baixa
Foto: Suno/Banco

O IFIX encerrou a sessão desta segunda-feira (31) aos 3.762,79 pontos, alta de 0,59% no dia, o que representa um avanço de 22,07 pontos frente ao fechamento anterior, de 3.740,72 pontos. Na abertura, o índice marcou 3.740,89 pontos, mesma marca da mínima intradiária, enquanto a máxima do dia ficou em 3.763,89 pontos.

No acumulado de agosto, o índice de fundos imobiliários recuou 1,46%, registrando o quarto mês consecutivo de queda. Em 52 semanas, a faixa de oscilação vai de 3.469,47 a 3.944,38 pontos; o fechamento desta segunda ficou 181,59 pontos abaixo da máxima do período. Entre os meses anteriores, houve recuos de 0,32% em julho, 1,21% em junho e 1,33% em maio; a última alta mensal ocorreu em abril, com avanço de 1,53%.

  • Fechamento do dia: 3.762,79 pontos (+0,59%), variação de +22,07 pontos.
  • Abertura e mínima intradiária: 3.740,89 pontos; máxima intradiária: 3.763,89 pontos.
  • Intervalo de 52 semanas: mínima de 3.469,47 e máxima de 3.944,38 pontos; nível atual 181,59 pontos aquém da máxima.
  • Desempenho em agosto: -1,46%; sequência negativa iniciada em maio. Abril foi o último mês positivo (+1,53%).
  • O índice acompanha a variação média das cotas de FIIs; “pontos” expressam o nível calculado a partir dos preços das cotas ponderados segundo a metodologia do indicador.
  • Entre os destaques do pregão, houve variações relevantes em volume negociado e em preços, com a maior alta diária de 6,75% e a maior baixa de 1,94%.

Negócios do IFIX: MXRF11 lidera o giro

O MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) liderou em volume, com 2,93 milhões de cotas negociadas e queda de 0,22% no dia. Em seguida, o GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária FII) movimentou 1,96 milhão de cotas e subiu 0,77%.

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O XPSF11 (XP Selection Fundo de Fundos) registrou giro de 1,03 milhão de cotas e avançou 6,75% na sessão. Na sequência do ranking de liquidez apareceram o GARE11 (Guardian Logística), com 790,45 mil cotas e alta de 0,12%, e o RZTR11 (FII Riza Aritium Real Estate), com 659,86 mil cotas e valorização de 0,11%.

A concentração de negócios nesses cinco veículos sinalizou a preferência dos participantes por ativos de maior liquidez no pregão. O recorte de volumes indica dispersão setorial, com presença de papel, tijolo logístico e fundo de fundos entre os mais negociados, além de variações de preços díspares entre eles, conforme oscilação específica de cada carteira.

Sobe e desce dos FIIs no IFIX

Entre os maiores ganhos do dia, o XPSF11 apresentou a principal alta, com valorização de 6,75%. A cota encerrou a R$ 6,50, após elevação de R$ 0,41 na sessão. Na segunda posição, o RZAT11 (FII Riza Arctium Real Estate) avançou 4,38%, equivalente a R$ 3,84 por cota, encerrando a R$ 91,45.

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No lado negativo, o GZIT11 (Gazit Malls FII Imobiliário) registrou a maior baixa do pregão, com queda de 1,94%. O preço recuou R$ 0,70 e terminou o dia em R$ 35,30 por cota.

Esses movimentos refletem dinâmicas idiossincráticas das carteiras e eventos próprios de cada fundo, além da liquidez intradiária. Em pregões de maior dispersão, percentuais de variação tendem a destacar fundos com catalisadores específicos ou com oscilações mais pronunciadas pela sensibilidade às expectativas do mercado.

Ao longo de agosto, o desempenho negativo do índice consolidou a sequência iniciada em maio. Embora tenha apresentado recuperação pontual no pregão desta segunda-feira, o agregado mensal permaneceu em território negativo. Em termos de patamar, o nível atual ainda opera abaixo da máxima das últimas 52 semanas, o que sinaliza espaço estatístico para recomposição caso os preços das cotas retomem tendência de alta em um horizonte futuro, a depender das condições de mercado.

No curto prazo, a leitura diária aponta melhora na sessão, mas sem alterar o quadro mensal adverso. Para investidores que acompanham o comportamento dos FIIs, métricas como amplitude intradiária, distância em relação às máximas recentes e concentração de liquidez por fundo ajudam a contextualizar o risco de preço e a dinâmica de negociação do índice.

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