O fundo imobiliário GARE11 (GARE11) aprovou novo pagamento de rendimentos de R$ 0,083 por cota aos seus investidores. Terão direito ao provento os cotistas posicionados ao fim do pregão de 31 de julho de 2026, com pagamento previsto para 7 de agosto de 2026. Com base no preço de fechamento de julho, o valor corresponde a um dividend yield mensal de aproximadamente 1,01%, indicador que relaciona o rendimento distribuído com o preço da cota no período.
A gestora também detalhou o uso dos recursos captados na 7ª emissão de cotas, concluída no fim de 2025, que somou cerca de R$ 1,27 bilhão. O capital foi direcionado a aquisições imobiliárias, reforço de caixa e investimentos em títulos e valores mobiliários. Em junho de 2026, o fundo registrou resultado aproximado de R$ 23,9 milhões.
- Rendimento: R$ 0,083 por cota, com pagamento em 7 de agosto de 2026
- Data de corte: fim do pregão de 31 de julho de 2026
- Dividend yield mensal: aproximadamente 1,01% com base no fechamento de julho
- Captação na 7ª emissão: cerca de R$ 1,27 bilhão
- Alocação: R$ 676 milhões em aquisições; R$ 310 milhões em caixa livre; R$ 290 milhões em CRIs e posição em GAME11 (GAME11)
- Resultado de junho de 2026: aproximadamente R$ 23,9 milhões
- Guidance de 12 meses: distribuição entre R$ 0,083 e R$ 0,090 por cota
GARE11 detalha destino de recursos e resultado de junho
Segundo o relatório gerencial de junho, aproximadamente R$ 676 milhões da 7ª emissão foram direcionados à aquisição de imóveis. Parte já foi aplicada em ativos previamente anunciados. Outra parcela permanece reservada a operações não divulgadas, condicionadas a diligências técnicas, cumprimento de condições precedentes e aprovações regulatórias.
O fundo mantém cerca de R$ 310 milhões em caixa livre, reforçando a liquidez para execução do pipeline e gestão de passivos. Desse total, aproximadamente R$ 81 milhões advêm do exercício do direito de preferência, sobras e montante adicional da oferta, conforme a gestora.
Além disso, R$ 290 milhões foram alocados de forma definitiva em títulos e valores mobiliários. Entre esses ativos, estão Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e uma posição no GAME11 adquirida no mercado secundário. Os CRIs são títulos lastreados em recebíveis do setor imobiliário e, segundo a gestora, cumprem funções de rentabilização do caixa, apoio à desalavancagem e preservação de flexibilidade para futuras aquisições.
A administração informou ainda que um dos imóveis previstos no pipeline da 7ª emissão tem conclusão de aquisição prevista até o fim de julho. Os detalhes da transação serão informados posteriormente em fato relevante, conforme o procedimento usual de divulgação.
No mês de junho, o GARE11 apurou resultado aproximado de R$ 23,9 milhões. Esse desempenho reflete, entre outros fatores, a alocação gradual dos recursos captados e a contribuição dos investimentos em títulos imobiliários na remuneração do caixa até a consolidação das aquisições.
Guidance do GARE11 para os próximos 12 meses
Para os próximos 12 meses, a gestora manteve o guidance de distribuição de rendimentos entre R$ 0,083 e R$ 0,090 por cota. A manutenção reflete a conclusão de um ciclo de reciclagem do portfólio, a redução da alavancagem e a reorganização da estrutura de capital, conforme descrito no relatório.
Em linha com esse intervalo, o fundo distribuiu R$ 0,083 por cota referente a junho, com pagamento realizado em julho. A indicação de faixa busca ancorar as expectativas dos cotistas durante o período de alocação dos recursos remanescentes e a finalização de aquisições já negociadas.
O calendário informado para o próximo pagamento prevê a data de corte em 31 de julho de 2026 e o crédito em 7 de agosto de 2026. Essa programação atende ao padrão adotado pelo fundo, que realiza distribuições mensais, compatíveis com o fluxo de resultados da carteira e a estratégia de alocação entre ativos imobiliários e instrumentos de renda fixa do setor.
A destinação equilibrada dos recursos entre aquisições, caixa e CRIs permanece central para a execução do guidance. Enquanto novas operações imobiliárias passam por etapas de diligência e aprovação, os investimentos em títulos buscam otimizar a remuneração do caixa e apoiar a gestão de endividamento, sem comprometer a capacidade de fechamento das transações previstas.