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FIIs lideram compras e concentram operações no 1º tri de 2026

FIIs lideram compras e concentram operações no 1º tri de 2026
Foto: Suno/Banco

Os fundos imobiliários lideraram as aquisições de ativos nos segmentos de logística, escritórios e shopping centers no primeiro trimestre de 2026, segundo estudo da Cushman & Wakefield. O período registrou 25 transações e movimentou cerca de R$ 8,3 bilhões, com mais de 1,2 milhão de metros quadrados negociados. O preço médio ficou em R$ 6.810 por metro quadrado, enquanto a taxa média de capitalização alcançou 9,5% ao ano.

Apesar do menor número de operações, houve concentração em transações de grande porte, o que sustentou o volume agregado. A consultoria destacou o papel ativo dos FIIs na originação e na alocação de capital, reforçando a relevância estrutural desses veículos no ecossistema de investimentos. Entre os destaques estiveram XPML11, HGLG11, BTLP11 e TRXF11.

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No varejo, o XPML11 movimentou o setor com aquisições avaliadas em aproximadamente R$ 608,7 milhões. O fundo comprou participações no Shopping Pátio Higienópolis, Iguatemi Alphaville, Iguatemi Ribeirão Preto, Iguatemi São José do Rio Preto e Shopping Praia de Belas, somando cerca de 27,8 mil m². O segmento registrou seis transações e total de R$ 1,34 bilhão em volume.

Entre as negociações de logística, o HGLG11 adquiriu quatro ativos do PATL11: PATL Multimodal Itatiaia, PATL Jundiaí 1, PATL Jundiaí 2 e PATL Ribeirão das Neves, por aproximadamente R$ 356 milhões. Os imóveis estão distribuídos em Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, reforçando a presença do fundo em polos estratégicos.

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O BTLP11 protagonizou a maior operação do segmento industrial, ao comprar os ativos BTLP Cajamar e BTLP Duque de Caxias por cerca de R$ 1,08 bilhão. Ao todo, os imóveis somam aproximadamente 298 mil m², consolidando a expansão do portfólio logístico em dois eixos relevantes para distribuição e e-commerce.

O TRXF11 diversificou aquisições entre escritórios e logística. O fundo adquiriu a Torre Corporativa Orvalho, em São Paulo, por cerca de R$ 219,4 milhões, e um galpão ocupado pela Shopee em Londrina (PR), avaliado em R$ 135,5 milhões, com cerca de 33 mil m².

Os fundos imobiliários mantiveram protagonismo ao reciclar portfólios e realocar recursos entre classes de ativos. Palavras-chave secundárias como XPML11, HGLG11, BTLP11, TRXF11, logística, escritórios e shopping centers evidenciam a amplitude do movimento observado no trimestre.

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