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RZTR11 acumula R$ 143,7 milhões em resultados no ano; confira os dividendos

RZTR11 acumula R$ 143,7 milhões em resultados no ano; confira os dividendos
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário RZTR11 registrou resultado de R$ 15,75 milhões em agosto de 2026, equivalente a R$ 0,85 por cota. As receitas somaram R$ 17,56 milhões e as despesas, R$ 1,80 milhão, segundo relatório gerencial.

Os dividendos do RZTR11 acompanharam a geração de resultado no mês, com distribuição de R$ 0,85 por cota. A gestão indicou possível ajuste para baixo nas próximas distribuições, diante da expectativa de menor fluxo recorrente no semestre.

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  • Resultado de agosto: R$ 15,75 milhões (R$ 0,85/cota)
  • Receitas e despesas: R$ 17,56 milhões e R$ 1,80 milhão
  • Distribuição em agosto: R$ 0,85/cota; DY mensal aproximado de 1,02%
  • DY 12 meses: 12,51%, considerando a cotação de R$ 83,13
  • Acumulado jan-ago/2026: R$ 143,70 milhões; R$ 6,76/cota (R$ 6,75/cota distribuídos)
  • Antecipação de recebíveis: R$ 48,8 milhões (fazendas Bacuri e Buriti)
  • Portfólio ao fim de agosto: 24 ativos; Sale & Leaseback 52%, Buy to Lease 27%, Land Equity 18% e caixa 3%
  • Meta de alocação: Land Equity 20%; Sale & Leaseback 50%; Buy to Lease 27%
  • Reavaliação independente do portfólio prevista até o fim de setembro de 2026

Dividendos do RZTR11: desempenho e distribuição

A distribuição de R$ 0,85 por cota em agosto ficou alinhada ao resultado do período, sem utilização de reservas. Com base na cotação de R$ 83,13, o pagamento mensal implicou um dividend yield aproximado de 1,02%.

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No acumulado de 12 meses, o relatório apontou dividend yield de 12,51%. Entre janeiro e agosto de 2026, o fundo apurou R$ 143,70 milhões em resultado. Na métrica por cota, o acumulado foi de R$ 6,76, ante R$ 6,75 por cota distribuídos aos cotistas no mesmo intervalo.

A gestão mencionou que as distribuições podem ser reduzidas nos meses seguintes. A justificativa foi a perspectiva de menor volume de recebimentos recorrentes no semestre, o que inclui, por exemplo, pagamentos de arrendamentos e outras rendas operacionais.

Por outro lado, a administração sinalizou que alienações de propriedades enquadradas na estratégia de Land Equity (compra de terras visando valorização e venda futura) podem gerar ganhos de capital. Esses eventos pontuais, se concretizados, podem sustentar distribuições adicionais posteriormente, dependendo do resultado líquido das vendas.

Dividendos do RZTR11: carteira, alienações e perspectivas

Uma movimentação relevante foi a antecipação do exercício de opções de compra das fazendas Bacuri e Buriti pelo Grupo Cereal Ouro. Com isso, o fundo recebeu cerca de R$ 48,8 milhões antes do cronograma original, que previa ingressos entre 2027 e 2032. A operação também encerrou o contrato de arrendamento dessas propriedades.

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Além dessa transação, a gestão informou que mantém tratativas com potenciais compradores para outros ativos classificados em Land Equity. Entre eles, a Fazenda Bom Jardim, retomada após inadimplência do arrendatário, segue em avaliação para venda.

Ao término de agosto, a carteira somava 24 ativos. As estratégias de Sale & Leaseback (venda com arrendamento de volta) representavam 52% do portfólio, enquanto Buy to Lease (aquisição para locação) respondia por 27% e Land Equity por 18%. O caixa correspondia a 3% dos recursos.

O plano da gestão prevê ampliar gradualmente a participação de Land Equity para 20%. Já Sale & Leaseback e Buy to Lease devem somar 77% do portfólio, distribuídos em 50% e 27%, respectivamente, em linha com as metas de alocação estabelecidas.

Segundo a administração, o ambiente de juros elevados favorecia, naquele momento, operações estruturadas nas estratégias de Sale & Leaseback e Buy to Lease. Essas frentes tendem a oferecer contratos atrelados a indexadores e prazos compatíveis com o perfil de renda do fundo.

As propriedades do portfólio também estavam em processo de revisão de valores por auditoria independente. De acordo com as informações divulgadas, a conclusão da remarcação pelo administrador estava prevista até o fim de setembro de 2026. O resultado dessa reavaliação pode impactar métricas patrimoniais, como valor patrimonial por cota, sem alterar fluxos de caixa já contratados.

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