O fundo imobiliário KNSC11 comunicou mudança nos rendimentos mensais. Os dividendos do KNSC11 referentes à competência de setembro serão de R$ 0,09 por cota, abaixo dos R$ 0,11 distribuídos no período anterior. Terá direito ao provento quem estiver posicionado até o fechamento do pregão de 31 de agosto de 2026 (data-com), com pagamento previsto para 14 de setembro.
Pelo preço de R$ 9,14 no encerramento de agosto, o valor anunciado implica dividend yield mensal de 0,98%. Para pessoas físicas, os proventos são isentos de Imposto de Renda, desde que observados os requisitos legais aplicáveis a fundos imobiliários.
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- Provento de setembro: R$ 0,09 por cota (antes: R$ 0,11)
- Data-com: 31/08/2026; pagamento: 14/09
- Dividend yield mensal: 0,98% (cota a R$ 9,14 em agosto)
- Resultado de julho: R$ 0,10 por cota; reserva: R$ 0,07 por cota
- PL: R$ 1,77 bilhão; cota patrimonial: R$ 8,73; cota de mercado: R$ 9,09 (31/07)
- Base de cotistas: 268.171; entradas líquidas de 1.213 investidores
- Liquidez média diária: R$ 3,64 milhões
- Alavancagem (operações compromissadas reversas): 10,3% do PL
- Alocação da carteira: 110,3% do PL; duration de 2,8 anos; prazo médio de 6,7 anos
- Exposição por indexador: IPCA 60,5%; CDI 35,2%; Selic 4,2%
- Exposição setorial: residencial pulverizado 26,9%; escritórios 21,9%; logístico 20,4%; residencial 15,5%; shoppings 10,5%; outros 4,9%
- Aportes em julho: R$ 33,4 milhões em CRIs (Creditas e Crediblue) a IPCA + 10,96% a.a.
A distribuição de R$ 0,09 por cota será efetivada em 14 de setembro, com base na posição de investidores na data-com de 31 de agosto de 2026. O ajuste em relação à competência anterior reduz o patamar do rendimento mensal, que havia sido de R$ 0,11 por cota.
Considerando a cotação de R$ 9,14 ao final de agosto, o yield mensal apurado foi de 0,98%. Esse indicador relaciona o provento ao preço de mercado da cota no período e serve como referência pontual de rentabilidade de fluxo, sem projetar resultados futuros.
No regime fiscal vigente para fundos imobiliários, pessoas físicas residentes contam com isenção de Imposto de Renda sobre os proventos, desde que o fundo atenda às condições legais, como número mínimo de cotistas e negociação em bolsa.
Dividendos do KNSC11: resultado e carteira
No relatório gerencial de julho, o fundo reportou resultado do KNSC11 de R$ 0,10 por cota, encerrando o mês com reserva acumulada de R$ 0,07 por cota. A distribuição de R$ 0,11 na competência anterior representou rentabilidade de 1,2% sobre a cota média de ingresso de R$ 9,19. Segundo o gestor, isso correspondeu a 99% da taxa DI líquida e a 116% do CDI com gross-up de 15% no período, ajuste que simula a equivalência entre um rendimento isento e um rendimento tributável.
O patrimônio líquido somou R$ 1,77 bilhão ao fim de julho, com cota patrimonial de R$ 8,73 e cota de mercado a R$ 9,09. A base de cotistas alcançou 268.171 investidores, após a entrada líquida de 1.213 participantes. A liquidez média diária foi de R$ 3,64 milhões no mês.
A alavancagem, via operações compromissadas reversas, atingiu 10,3% do patrimônio líquido. Por se tratar de um fundo de papéis (títulos e valores mobiliários), não se aplicam métricas de vacância física ou financeira, típicas de fundos de tijolo.
A carteira do KNSC11 apresentou alocação equivalente a 110,3% do patrimônio líquido, refletindo posições com chamada de margem e/ou marcações a mercado. O prazo médio consolidado foi de 6,7 anos, e a duration, de 2,8 anos. Os ativos-alvo, entre Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e cotas de FIIs, totalizaram 104,2% do PL.
Por indexador, a exposição está distribuída em IPCA (60,5%), CDI (35,2%) e Selic (4,2%). Nos CRIs atrelados ao IPCA, que representam 67,3% do patrimônio, há participação no FII Ícone, com remuneração-alvo de INCC-DI + 13,0%, taxa média de aquisição de 8,39% ao ano e prazo médio de 8,0 anos.
Já os CRIs pós-fixados ao CDI respondem por 37,0%, com prazo médio de 3,5 anos. As Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) somam 1,9% da carteira, a 95% do CDI, enquanto a parcela de caixa corresponde a 4,7%, rendendo 100% do CDI.
Sob a ótica setorial, a alocação se divide entre residencial pulverizado (26,9%), escritórios (21,9%), logístico (20,4%), residencial (15,5%), shoppings (10,5%) e outros (4,9%). Em julho, houve aportes de R$ 33,4 milhões em novos CRIs das carteiras Creditas e Crediblue, a uma taxa média de IPCA + 10,96% ao ano.